euvg Arquitectura 2008/2009: atelier V, atelier VI, atelier VII, atelier VIII; Pedro Machado Costa, Pedro Cordeiro

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Galiza

O actualizado e melhorado New Spaces New Shapes de M. Marinheiro regressa para nos mostrar uma obra de folego do arquitecto Galego César Portela.
Portela, a par de Manolo Galego ou de Xosé Casabella, entre um punhado de autores da sua geração, irão construir a partir da década de 80 a melhor história da arquitectura Galega, constituída em torno de uma identidade muito própria, onde é visível o respeito pela arquitectura vernacular, pela história e pela cultura galegas.

Há poucos livros disponíveis sobre autores galegos (entre eles há mesmo uma tese de mestrado de um autor Português - Rui Florentino - exactamente sobre o tema); e é de certa forma difícil dar com estes autores nos escaparates das nossas livrarias. Mesmo na net há pouca coisa. Não há, por exemplo, uma (nem uma) fotografia de uma das minhas obras preferidas de Portela: o Bairro Social em Campañó, Pontevedra (1973).


























Museu do Mar, Portela + Rossi














Museu do Homem, Portela + Isozaki

Ficam por isso imagens do Museu do Mar (em parceria com Aldo Rossi), e também do Museo do Homem (1993/95, La Coruña, em co-autoria com o japonês Arata Isozaki).
O Cemitério de Finisterra (1998/2000) é, provavelmente, o projecto mais fotogénico de Portela.
A obra está ainda incompleta.

Uma boa escolha de Mónica Marinheiro portanto.

Blogs EUVG

Após confirmação da presença de Joana Labela e de Mónica Marinheiro no Atelier VIII, voltam a estar disponíveis os respectivos odyssey-in-the-architecture e New Spaces New Shapes na secção de alunos.
Aguardamos da mesma forma os links para os Blogs de Marisa Rodrigues (Atelier VI) e de Pedro Almeida (Atelier VIII), a quem desde já damos as boas vindas. Pedro Almeida tem o seu site online aqui.

Em relação a estes novos blogs pede-se ao Pedro e á Mariza que consultem os documentos relativos ao objectivo do Blog e também as normas de conduta para a sua utilização, bem como a estrutura geral dos blogs dos alunos. Os blogs deverão estar online no decorrer da semana de 9/13 Fev.

Balanço do Semestre

Com o ínicio do 2º semestre do ano académico de 2008/09 no dia 2 de Fevereiro encerram-se oficialmente os Ateliers V e VII, que nos ocuparam grande parte do tempo desde Setembro passado. No entanto sabemos que o nosso trabalho não acabou aqui: há ainda um longo percurso a cumprir, pelo qual, de modo diferente, irão passar professores e alunos.
Por isso, e por procurarmos entender aquilo que foi o esforço feito até este ponto, queremos fazer uma avaliação do trabalho elaborado até aqui, por uns e por outros, e também pelo grupo; com o objectivo de melhorarmos, de nos tornarmos maios eficazes e mais consequêntes.

Nesse sentido convidam-se todos os alunos que frequentaram os Ateliers V e VII, do 1º Semestre do ano académico 08/09 a comparer na EUVG na próxima Terça-Feira, dia 3 Fev., pelas 10:30 para participarem numa reunião onde será analisado o semestre passado, e discutida a melhor forma de construir (parte) do futuro da escola, que é também (espero) parte do V. futuro.
Para além dos Alunos irão estar presentes os docentes dos Ateliers.
O contributo de todos é indispensável para percebemos aquilo onde colectivamente falhámos, e aquilo onde podemos de facto melhorar. Porque essa é a melhor forma de progredirmos no nosso objectivo comum.

Agradeço desde já a V. disponibilidade, pedindo que confirmem a V. presença na caixa de comentários deste "post".

Exames

Informam-se todos os Alunos reprovados em Avaliação Contínua que o Exame de Avaliação irá decorrer no próximo dia 27 de Janeiro de 2009, pelas 10:30, no sítio do costume.
Poderão ira a Exame todos os alunos que, segundo o estabelecido pelo regime de avaliação interna da EUVG, tenham assistido a 80% das sessões teórico-práticas; com excepção dos casos previstos no mesmo regimes.

O Exame será composto pela análise das peças das entregas Finais do Exercício II (projecto), que deverão ser instruídas com a totalidade das peças requeridas para entrega final.

Será ainda realizado um Teste de Avaliação, com a duração de 2:30 (inicio pelas 10:45, final pelas 13:15, com tolerância de 15 m.)
Não será permitira qualquer entrada após a hora definida para início do Exame.
Como material necessário devem apenas trazer caneta e papel pautado.

O teste será de Consulta, sendo a bibliografia apontada a seguinte:
NORBERG-SCHULZ, Christian, Genius loci : paesaggio, ambiente, architettura, Electa, Milan, 1979;
SIZA, Alvaro, Profissione Poetica, Electa, Milano, 1986
SIZA, Alvaro, Imaginar a Evidência, Edições 70, lisboa, 1998
LLANA, Pedro & Castanheiro, Carlos (Ed.), Alvaro Siza - Obras e Projectos, Electa/CGAC/CCB, Milano, Vigo, Lisboa, 1995/1996.
SANTOS, José paulo (Ed.), Alvaro Siza, Obras y Proyectos 1954-1992, Gustavo Gilli, madrid, 1993
FRAMPTON, Kenneth, Modern Architecture - A Critical History, Thames and Hudson, 1992 (3ª ed.)
Aconselham-se os Alunos a estudarem a fundo a obra de Siza Vieira, nomeadamente as primeiras obras, e lerem com atenção o livro de Norberg-Schulz.

Nota Final de Avaliação Semestre I, 2008/2009

As notas foram obtidas com a soma das parcelas relativas aos vários exercícios curriculares do Semestre; cujos pesos relativos são os seguintes:
Exercício 1 - 15%
Exercício 2 - 35%
Exercício 3 - 15%
Exercício 4 - 10%
Exercício 5 - 10%
Exercício 6 - 10% (Não aplicável ao Atelier V)
Exercício 7 - 5%
Como metodologia de avaliação final foi anulado o peso específico do Exercício 7 (que nenhum aluno cumpriu); tendo da mesma forma sido estabelecida, para o Atelier V, a proporcionalidade aritmética de modo à soma das pesos parcelares de cada Exercício corresponderem a 100% (isto porque o exercício 6, que valia 10%, não faria parte do curriculum académico do Atelier V).

Entendeu da mesma forma o Corpo Docente reduzir em 2 pontos a nota final obtida pela soma aritmética a todos os Alunos que não cumpriram a Entrega Final e que não estiveram presentes na Sessão Final de Avaliação Contínua (5 Jan.).

As notas finais dos Alunos dos Atelier V e Atelier VII para o ano lectivo 2008/2009, são as seguintes:

Ana Rita Diogo 6 (atelier V), Reprovada
Exercício I (15%) 12,21
Exercício II (35%) 5,50
Exercício III (15%) 10,45
Exercício IV (10%) 12,98
Exercício V (10%) 0
Exercício VI (não aplic.)
Exercício VII (5%) 0
Total (1+2+3+4+5+6+7) 6,66
Total Majorado (1+2+3+4+5) 7,79
Total Final 5,79
Daniel Santos 9 (atelier VII), Reprovado
Exercício I (15%) 14,50
Exercício II (35%) 9,25
Exercício III (15%) 14,58
Exercício IV (10%) 15,7
Exercício V (10%) 9,44
Exercício VI (10%) 0
Exercício VII (5%) 0
Total (1+2+3+4+5+6+7) 10,11
Total Majorado (1+2+3+4+5+6) 10,64
Total Final 8,64
Joana Labela 7 (atelier VII), Reprovada
Exercício I (15%) 13,20
Exercício II (35%) 8,45
Exercício III (15%) 10,43
Exercício IV (10%) 11,90
Exercício V (10%) 10,35
Exercício VI (10%) 0
Exercício VII (5%) 0
Total (1+2+3+4+5+6+7) 8,72
Total Majorado (1+2+3+4+5+6) 9,18
Total Final 7,18
Mónica Marinheiro 7 (atelier VII), Reprovada
Exercício I (15%) 11,35
Exercício II (35%) 9,35
Exercício III (15%) 9,43
Exercício IV (10%) 12,10
Exercício V (10%) 9,95
Exercício VI (10%) 0
Exercício VII (5%) 0
Total (1+2+3+4+5+6+7) 8,50
Total Majorado (1+2+3+4+5+6) 8,95
Total Final 6,95
Pedro Banaco 10 (atelier V), Aprovado
Exercício I (15%) 12,43
Exercício II (35%) 12,60
Exercício III (15%) 8,75
Exercício IV (10%) 6,16
Exercício V (10%) 0
Exercício VI (não aplic.)
Exercício VII (5%) 0
Total (1+2+3+4+5+6+7) 8,20
Total Majorado (1+2+3+4+5) 9,64
Total Final 9,64
Sandrine Portas 8 (atelier VII), Reprovada
Exercício I (15%) 8,60
Exercício II (35%) 8,45
Exercício III (15%) 9,63
Exercício IV (10%) 11,50
Exercício V (10%) 11,80
Exercício VI (10%) 0
Exercício VII (5%) 0
Total (1+2+3+4+5+6+7) 8,02
Total Majorado (1+2+3+4+5+6) 8,44
Total Final 8,44
Vera Silva 6 (atelier V), Reprovada
Exercício I (15%) 9,13
Exercício II (35%) 4,56
Exercício III (15%) 8,36
Exercício IV (10%) 12,98
Exercício V (10%) 9,45
Exercício VI (não aplic.)
Exercício VII (5%) 0
Total (1+2+3+4+5+6+7) 6,65
Total Majorado (1+2+3+4+5) 7,82
Total Final 5,82

Avaliação Final Exercício 5

Ao contrário da regra que temos seguido até aqui - o da publicação da análise crítica a cada um dos trabalhos antes de se proceder ao lançamento das notas parciais - tomou-se a opção de publicar as notas parciais do Exercício 5 sem dar a conhecer a nossa leitura critica dos trabalhos teóricos dos Alunos.
Tal facto deve-se à necessidade de se proceder ao lançamento da nota final do Semestre; sendo que a publicação da análise de cada um dos trabalhos far-se-à brevemente; sendo anunciado no of.Beauty.and. Consolation.

O peso relativo das notas do Exercício 5 para a média final ponderada é de 10%.
As notas do Exercício 5 são as seguintes:

Ana Rita Diogo 0
Qualidade do Registo (25%) 0
Qualidade do Processo e Método Seguidos (15%) 0
Cumprimento dos Objectivos Estipulados (25%) 0
Rigor Científico (10%) 0
Apresentação Pública (25%) 0
Total 0
Majoração Atelier V 0
Daniel Santos 9
Qualidade do Registo (25%) 16
Qualidade do Processo e Método Seguidos (15%) 17
Cumprimento dos Objectivos Estipulados (25%) 15
Rigor Científico (10%) 15
Apresentação Pública (25%) 0
Total 11,8
Atraso na Entrega (-20%) 9,44
Joana Labela 10
Qualidade do Registo (25%) 15
Qualidade do Processo e Método Seguidos (15%) 12
Cumprimento dos Objectivos Estipulados (25%) 14
Rigor Científico (10%) 13
Apresentação Pública (25%) 0
Total 10,35
Mónica Marinheiro 9
Qualidade do Registo (25%) 13
Qualidade do Processo e Método Seguidos (15%) 12
Cumprimento dos Objectivos Estipulados (25%) 12
Rigor Científico (10%) 10
Apresentação Pública (25%) 0
Total 9,05
Pedro Banaco 0
Qualidade do Registo (25%) 0
Qualidade do Processo e Método Seguidos (15%) 0
Cumprimento dos Objectivos Estipulados (25%) 0
Rigor Científico (10%) 0
Apresentação Pública (25%) 0
Total 0
Majoração Atelier V 0
Sandrine Portas 12
Qualidade do Registo (25%) 12
Qualidade do Processo e Método Seguidos (15%) 12
Cumprimento dos Objectivos Estipulados (25%) 12
Rigor Científico (10%) 10
Apresentação Pública (25%) 12
Total 11,8
Vera Silva 11
Qualidade do Registo (25%) 13
Qualidade do Processo e Método Seguidos (15%) 13
Cumprimento dos Objectivos Estipulados (25%) 13
Rigor Científico (10%) 10
Apresentação Pública (25%) o
Total 9,45
Majoração Atelier V 11,34

Avaliação Final Exercício 2

O peso relativo das notas do Exercício 2 para a média final ponderada é de 35%.
As notas do Exercício 2 são as seguintes:

Ana Rita Diogo 6
Qualidade de Participação nas Sessões de Contacto (15%) 6
Qualidade do Método e Processo de Investigação e Respectivo Registo (20%) 6
Qualidade da Entrega Final (20%) 0
Perícia nas Actividades Práticas (35%) 6
Capacidade de Diálogo e Comunicação (5%) 8
Qualidade de Resposta em Trabalho de Grupo (5%) 8
Total 5
Majoração Atelier V 5,5
Daniel Santos 9
Qualidade de Participação nas Sessões de Contacto (15%) 12
Qualidade do Método e Processo de Investigação e Respectivo Registo (20%) 13
Qualidade da Entrega Final (20%) 0
Perícia nas Actividades Práticas (35%) 11
Capacidade de Diálogo e Comunicação (5%) 12
Qualidade de Resposta em Trabalho de Grupo (5%) 8
Total 9,25
Joana Labela 8
Qualidade de Participação nas Sessões de Contacto (15%) 12
Qualidade do Método e Processo de Investigação e Respectivo Registo (20%) 9
Qualidade da Entrega Final (20%) 0
Perícia nas Actividades Práticas (35%) 11
Capacidade de Diálogo e Comunicação (5%) 12
Qualidade de Resposta em Trabalho de Grupo (5%) 8
Total 8,45
Mónica Marinheiro 9
Qualidade de Participação nas Sessões de Contacto (15%) 12
Qualidade do Método e Processo de Investigação e Respectivo Registo (20%) 10
Qualidade da Entrega Final (20%) 0
Perícia nas Actividades Práticas (35%) 13
Capacidade de Diálogo e Comunicação (5%) 12
Qualidade de Resposta em Trabalho de Grupo (5%) 8
Total 9,35
Pedro Banaco 13
Qualidade de Participação nas Sessões de Contacto (15%) 12
Qualidade do Método e Processo de Investigação e Respectivo Registo (20%) 10
Qualidade da Entrega Final (20%) 12
Perícia nas Actividades Práticas (35%) 12
Capacidade de Diálogo e Comunicação (5%) 13
Qualidade de Resposta em Trabalho de Grupo (5%) 8
Total 11,45
Majoração Atelier V 12,6
Sandrine Portas 8
Qualidade de Participação nas Sessões de Contacto (15%) 10
Qualidade do Método e Processo de Investigação e Respectivo Registo (20%) 8
Qualidade da Entrega Final (20%) 8
Perícia nas Actividades Práticas (35%) 8
Capacidade de Diálogo e Comunicação (5%) 11
Qualidade de Resposta em Trabalho de Grupo (5%) 8
Total 8,45
Vera Silva 5
Qualidade de Participação nas Sessões de Contacto (15%) 5
Qualidade do Método e Processo de Investigação e Respectivo Registo (20%) 5
Qualidade da Entrega Final (20%) 0
Perícia nas Actividades Práticas (35%) 5
Capacidade de Diálogo e Comunicação (5%) 5
Qualidade de Resposta em Trabalho de Grupo (5%) 8
Total 4,5
Majoração Atelier V 4,565

O projecto de Mónica Marinheiro

O projecto da Biblioteca de Mónica Marinheiro vem, desde o início do Exercício II, consolidando uma ideia forte, estruturada, complexa, com óbvias relações de intensificação com a paisagem e a topografia que a rodeia. Essa ideia, simples de descrever, mas rica em soluções espaciais e tipológicas tem vindo a consubstanciar um dos projectos mais interessantes apresentados no Atelier VII; revelando alguma maturidade por parte da Aluna. Curiosamente julga-se que as mais valias do projecto dependem mais da natural predisposição de M. Marinheiro em desenvolver um conceito base, do que propriamente da sua cultura disciplinar que é ainda insuficiente. No entanto tal facto não constitui necessariamente um problema para a Aluna; visto esta ter sido capaz de obter uma solução coerente, estruturalmente bem definida e, como já afirmado, capaz de valorizar o local de intervenção sem que para tal se mimetize na paisagem.
Os principais problemas de Mónica Marinheiro são outros; e começam exactamente pelo pouco acompanhamento que a Aluna vem dado ao Atelier VII e ao seu próprio projecto; facto esse que se revelou na sua totalidade através da sua ausência na Sessão de Avaliação Final (ausência essa, aliás, que tem vindo a ser notada noutras ocasiões semelhantes).
Não sendo possível fazer uma análise profunda do seu projecto (que não foi entregue), cabe-nos apenas referir que a Aluna terá, no futuro, apenas uma hipótese de sucesso académico: aplicar-se a fundo no seu trabalho, e no trabalho do Atelier.

Um lamentável final de Semestre

É com profundo desagrado que constato a total falta de princípios demonstradores pela maior parte dos Alunos dos Atelier V e VII que, ao contrário de cumprirem o calendário de entregas previsto, optam por ser avaliados em época de exame.
A todos os que faltaram à sessão de avaliações finais apenas devo dizer que a vossa falha demonstra um total desrespeito pelos V. colegas, um desprezo imenso pelo trabalho que temos vindo a realizar em prol de uma escola de arquitectura que queremos que seja digna desse nome, e uma falta de seriedade e de dignidade da V. parte.
Cabe-vos a Vós, só a Vós, a responsabilidade de fazer deste curso algo em que nos orgulhemos, todos. E hoje sinto-me imensamente envergonhado e desapontado.

2009

Começar o ano com silêncio. 4´33´´, de John Cage, para todos vós. Um bom 2009.

As Fachadas da Mónica

Em relação ás duvidas levantada por Mónica Marinheiro devo dizer que a questão é, em certo sentido, mal colocada. A ver: a solução das fachadas não existe; ou antes, não pode ser separada dos problemas que o projecto coloca.
Dessa forma os dois projectos que Mónica cita (o Centro Tecnológico MacLaren, de Norman Foster, e o Museu Mercedes Benz, de Ben Van Berkel) são-nos de certa forma inúteis, porque as premissas de uma e outra obra divergem totalmente da abordagem que a Aluna tem para o seu edifício.
Diria que o problema das fachadas e da materialização é ainda extemporâneo; sendo que, quanto a mim, o processo (de descoberta desses, e outros aspectos do edifício) deveria ser uma sequência lógica entre o desenvolvimento dos vários espaços internos da Biblioteca e das suas necessidades singulares:
  • luz norte para zonas de leitura, talvez;
  • enquadramento de perspectivas sobre alguns aspectos da paisagem, claro;
  • relação/não relação entre espaços interiores e exteriores;
  • dimensionamento de vãos consoante o tipo de funções e o tipo de utilizadores [não esquecer as crianças];
  • composição entre cheios e vazios em cada um dos volumes;
  • recuo [ou não] de vãos e aberturas em espaços voltados a sul, para sombreamento;
  • criação de boa ventilação transversal nas salas [o que obriga à existência de aberturas opostas e complementares];
  • sequência de percursos no interior do edifício [com possível estabelecimento de pontos de fuga para o exterior, ou o desenho de limites visuais que ultrapassem o perímetro construído];
  • criação de espaços internos com ambientes lumínicos diversificados, adaptados aos respectivos usos;
  • criação de ritmo claro/escuro;
  • etc.
Diria que qualquer um destes pretextos é válido para experimentar a abertura de vãos; pelo que preferiria sempre, enquanto autor de edifícios, experimentar uma solução que se baseasse numa vontade ou desígnio do projecto; do que propriamente colar soluções estudadas para ligar com outros contextos e outros conceitos.
No entanto (e esta é, simplesmente uma questão de gosto pessoal), diria que o edifício deveria comunicar massa; que pudesse marcar definitivamente a paisagem; pelo que os vãos deveriam servir para acentuar o "peso" da biblioteca. Para bom entendedor....

Odisseia no Espaço

Foi o professor Pedro Cordeiro a referir a obra prima de Stanley Kubrik, 2001 - Odisseia no Espaço, de 1968; a propósito do Projecto de Mónica Marinheiro. Musical ao som do Danúbio Azul.



Tão obrigatório, que se eu tivesse que fazer o enunciado para o exame; provavelmente pediria uma análise do filme sob o ponto de vista da arquitectura.

A Sala a que Pedro Cordeiro faz referência aparece neste outro excerto, entre o minuto 1:38 e o minuto 2:15. A música é, aqui, de Tchaikovsky:Op.37a-6
Die Jahreszeiten "Juni,Barkarole" Op.37a-6.

Avaliação Final Exercício 4

O peso relativo das notas do Exercício 4 para a média final ponderada é de 10%.
As Notas do Exercício 4 são as seguintes:

Ana Rita Diogo 13
Qualidade do Registo (30%) 12
Qualidade do Método e do Processo (30%) 12
Cumprimento dos Objectivos Científicos (30%) 12
Rigor Científico (10%) 10
Total 11,8
Majoração Atelier V 12,98
Daniel Santos 16
Qualidade do Registo (30%) 16
Qualidade do Método e do Processo (30%) 16
Cumprimento dos Objectivos Científicos (30%) 15
Rigor Científico (10%) 16
Total 15,7
Joana Labela12
Qualidade do Registo (30%) 13
Qualidade do Método e do Processo (30%) 11
Cumprimento dos Objectivos Científicos (30%) 11
Rigor Científico (10%) 14
Total 11,9
Mónica Marinheiro 12
Qualidade do Registo (30%) 13
Qualidade do Método e do Processo (30%) 12
Cumprimento dos Objectivos Científicos (30%) 12
Rigor Científico (10%) 10
Total 12,1
Pedro Banaco 6
Qualidade do Registo (30%) 7
Qualidade do Método e do Processo (30%) 7
Cumprimento dos Objectivos Científicos (30%) 7
Rigor Científico (10%) 7
Total 7
Penalização por Atraso de Entrega (-20%) 5,6
Majoração Atelier V 6,16
Sandrine Portas12
Qualidade do Registo (30%) 12
Qualidade do Método e do Processo (30%) 12
Cumprimento dos Objectivos Científicos (30%) 11
Rigor Científico (10%) 10
Total 11,5
Vera Silva 13
Qualidade do Registo (30%) 12
Qualidade do Método e do Processo (30%) 13
Cumprimento dos Objectivos Científicos (30%) 11
Rigor Científico (10%) 10
Total 11,8
Majoração Atelier V 12,98

A Viagem de Mónica Marinheiro

Mónica Marinheiro apresenta-nos um Livro de Viagem que procura cruzar informação provinda de fontes cientificas com a sua própria análise sobre as obras e projectos de arquitectura que visita.
No entanto o levantamento sobre os conteúdos é, na sua maior parte, descritivo: “a exposição oferece um lugar olhar único e revelador sobre o processo criativo, lógica programática e metodologia de trabalho de Peter Zumthor” (p.6), como se tal facto fosse desconhecido para quem lê o texto. E no entanto o mesmo texto arreda-se de análises mais profundas sobre o teor do conteúdo observada, limitando-se a aplicar um “método de trabalho” que passa pelo uso de citações. Ao contrário de confirmarem o ponto de vista de Mónica, as citações são aqui usadas como corpo centrar da análise, o que relega para segundo plano qualquer conteúdo próprio da Aluna. Esta simplesmente afirma coisas como “uma experiência diferente e miuto agradável”, como se estivesse a descrever uma tarde na praia.
Nesse sentido aquilo que se retira da primeira parte do texto de Mónica é a insuficiência de capacidade de análise dos conteúdos, a falta de reflexão, e a ausência de conclusões que nos permitam descortinar as ideias que a Aluno retirou da exposição.
No Capítulo Sensações Pessoais Mónica procura redimir-se: “um dos pontos fulcrais da obra (…) é sem dúvida a luz” (p.12), ou “os espaços criados são por si só objectos de contemplação” (idem), usando termos como “atmosfera pacífica desmesuradamente confortável e afável” (p.13). A Aluna permite-se alguma liberdade subjectiva (pessoal): “Cada espaço tem um enorme carácter de aparente simplicidade, serenidade, sinceridade, entre muitos adjectivos…sinto que estou a descrever quase que um ser vivo…” (p.13) o que, demonstrado embora alguma dificuldade em lidar de forma analítica com o teor da obra de Zumthor, nos permite entender o envolvimento com a arquitectura do autor.
Uma das conclusões a que Mónica chega é a de que “a arquitectura [de Zumthor] situa-se entre o foro fenomenológico e o estilismo poético” (p.12), o que, passe a redundância, é uma das possíveis leituras da exposição. E no entanto a Aluna não é capaz de levar essa conclusão a bom termo no que diz respeito á comparação entre essa ideia fenomenológica e a natureza dos espaços, edifícios e obras que posteriormente visita: “torna-se um acto inadvertido da minha parte, não sabendo, eu própria, bem o porquê desse sentimento” (p.20).
Em resumo: trata-se de um trabalho que demonstra algumas fragilidades no domínio do registo e do método científico, mas também a (ainda) parca cultura arquitectónica, que permitira á Aluna dissertar de forma autónoma. O trabalho é, nesse sentido, pouco claro em termos da sua utilidade, quer para a Aluno (um Livro de Viagem também é um registo para a posterioridade), quer para o leitor, que pouco apreende e nada aprende sobre o suposto conteúdo académico do exercício.
Quando a Aluno afirma (legitimamente) não registar informação já existente noutras fontes, e posteriormente refere querer “depositar essencialmente o [seu] sentimento, o que [lhe] proporcionou [cada obra], e o porquê” (o que continua a ser legitimo) esquece-se que o seu ponto de vista enquanto arquitecta deveria ser uma forma de olhar os fenómenos arquitectónicos de um outro modo, mais informado, mais rigoroso, mais culto; devendo ser capaz de descortinar por detrás de ambientes e atmosferas o modo como Zumthor os consegue atingir. Porque, simplesmente, era essa a utilidade do exercício: dominar a matéria arquitectónica como forma de chegar a determinada expressão.
Não há bibliografia, nem paginação, nem índice; e algumas imagens não são legendadas.
O formato do trabalho e a própria composição do trabalho remetem á formula de Livro de Viagem, o que é de certa forma uma vantagem; embora o tipo de fonte usada (sobretudo sobre imagens) dificulte a leitura.

Avaliação Final Exercício 3

Em relação ao Exercício 3 - EUG BlogSpot, lançado a 23 de Setembro de 2008, com Entrega Final a 16 de Dezembro, apresenta-se a Avaliação Final dos Alunos.

Segundo os objectivos do programa de trabalhos, o Exercício 3 foi, sobretudo, um trabalho transversal a todas as áreas de ensino dos Atelier V e VII, nomeadamente no que se refere ao registo de processos de investigação e desenvolvimento individuais do Corpo Discente.
O objectivo principal do EUVG BlogSpot seria, portanto, acompanhar o quotidiano do trabalho desenvolvido por cada aluno, colmatando eventuais deficiências de informação nas sessões de acompanhamento; possibilitando a cada aluno demonstrar em termos científicos a natureza própria do seu trabalho e dos seus interesses científicos em torno da disciplina de Arquitectura.

Nesse sentido, mais do que analisar a qualidade técnica dos Blogs de cada aluno, o Exercício 3 avaliará sobretudo o envolvimento demonstrado por cada um deles na feitura dos restantes exercícios de Atelier, bem como os registos feitos paralelamente cujo teor incida sobre a natureza disciplinar do Curso, bem como sobre o modo que cada aluno encontrou de os relacionar com outros campos de investigação e/ou outras actividades consideradas por ele de relevância para o seu próprio progresso enquanto arquitectos.

O peso relativo das Notas do Exercício 3 em relação à média ponderada é de 15%

Assim sendo as notas são as seguintes:

Ana Rita Diogo 10
Qualidade do Suporte (10%) 12
Qualidade dos Registos (30%) 9
Amplitude Disciplinar (10%) 10
Capacidade de Intervenção e Diálogo (15%) 12
Processo do Exercício I (7,5%) 10
Processo do Exercício II (12,5%) 8
Processo do Exercício IV (5%) 8
Processo do Exercício V (5%) 8
Processo do Exercício VI (2,5%) 10
Processo do Exercício VII (2,5%) 0
Total 9,5
Majoração Atelier V 10,45
Daniel Santos 15
Qualidade do Suporte (10%) 16
Qualidade dos Registos (30%) 16
Amplitude Disciplinar (10%) 15
Capacidade de Intervenção e Diálogo (15%) 15
Processo do Exercício I (7,5%) 16
Processo do Exercício II (12,5%) 13
Processo do Exercício IV (5%) 12
Processo do Exercício V (5%) 13
Processo do Exercício VI (2,5%) 14
Processo do Exercício VII (2,5%) 0
Total 14,58
Joana Labela 10
Qualidade do Suporte (10%) 14
Qualidade dos Registos (30%) 12
Amplitude Disciplinar (10%) 10
Capacidade de Intervenção e Diálogo (15%) 8
Processo do Exercício I (7,5%) 9
Processo do Exercício II (12,5%) 10
Processo do Exercício IV (5%) 12
Processo do Exercício V (5%) 10
Processo do Exercício VI (2,5%) 8
Processo do Exercício VII (2,5%) 0
Total 10,43
Mónica Marinheiro 9
Qualidade do Suporte (10%) 9
Qualidade dos Registos (30%) 10
Amplitude Disciplinar (10%) 11
Capacidade de Intervenção e Diálogo (15%) 9
Processo do Exercício I (7,5%) 11
Processo do Exercício II (12,5%) 10
Processo do Exercício IV (5%) 12
Processo do Exercício V (5%) 8
Processo do Exercício VI (2,5%) 0
Processo do Exercício VII (2,5%) 0
Total 9,425
Pedro Banaco 9
Qualidade do Suporte (10%) 8
Qualidade dos Registos (30%) 7
Amplitude Disciplinar (10%) 11
Capacidade de Intervenção e Diálogo (15%) 11
Processo do Exercício I (7,5%) 8
Processo do Exercício II (12,5%) 10
Processo do Exercício IV (5%) 9
Processo do Exercício V (5%) 0
Processo do Exercício VI (2,5%) 0
Processo do Exercício VII (2,5%) 0
Total 7,95
Majoração Atelier V 8,745
Sandrine Portas 10
Qualidade do Suporte (10%) 12
Qualidade dos Registos (30%) 10
Amplitude Disciplinar (10%) 11
Capacidade de Intervenção e Diálogo (15%) 9
Processo do Exercício I (7,5%) 9
Processo do Exercício II (12,5%) 10
Processo do Exercício IV (5%) 13
Processo do Exercício V (5%) 8
Processo do Exercício VI (2,5%) 0
Processo do Exercício VII (2,5%) 0
Total 9,625
Vera Silva 8
Qualidade do Suporte (10%) 12
Qualidade dos Registos (30%) 7
Amplitude Disciplinar (10%) 10
Capacidade de Intervenção e Diálogo (15%) 7
Processo do Exercício I (7,5%) 8
Processo do Exercício II (12,5%) 6
Processo do Exercício IV (5%) 12
Processo do Exercício V (5%) 6
Processo do Exercício VI (2,5%) 0
Processo do Exercício VII (2,5%) 0
Total 7,6
Majoração Atelier V 8,36

O estado da arte



















































As Bibliotecas de Mónica Marinheiro, Joana Labela e Daniel Santos respectivamente. De resto não sabemos de ninguém.

Dificuldades e Contradições

Acerca do Exercício 5 (Complexidades e Contradições) várias dúvidas são colocadas, nomeadamente em relação à escolha de autores que possam ser comparados com os conteúdos dos vários livros.
Sandrine Portas pergunta se pode "atribuir" a obra de Rem Koolhaas (no caso particular da Casa da Música) ao livro de Leach (A anestética da Arquitectura); e Mónica Marinheiro pede que se lhe indique um arquitecto cuja obra possa exemplificar o conteúdo expresso na obra de Augé (Não Lugares).

Em relação a essas dúvidas tenho a referir que é exactamente nesta questão (qual o arquitecto que, de uma forma ou outra, possa ser "comparado" com o conteúdo de um ensaio) que reside a dificuldade, mas também o interesse do exercício; sendo que a resposta que cada aluno encontrar para responder ao trabalho, e também o modo de estabelecer essa relação, é que irão fazer do Complexidades e Contradições um bom (ou um mau) trabalho.

Evidentemente que Complexidades e Contradições está a pôr à prova a cultura arquitectónica dos Alunos; sendo expectável que cada um seja capaz, não só de conhecer obras e autores com significado mas, sobretudo, saber interpretá-los a nível teórico, fazendo pontes com outros modos de pensamento.

Assim, e para (não) responder às questões directas de Mónica Marinheiro e de Sandrine Portas, tenho apenas a dizer que qualquer arquitecto é passivel de ser escolhido; desde que os Alunos consigam demonstrar que as ideias, conceitos, modos de fazer, intenções, etc. das obras desses autores tenham eco no conteúdo dos livros, e/ou vice-versa.
Impõe-se, claro, que cada aluno compreenda aquilo que o livro representa para a cultura arquitectónica, e por isso deverão ser primeiramente retiradas conclusões sobre as obras teóricas.
A partir daí poderão escolher um arquitecto cujas obras comprovem a tese do autor, ou a contradigam; até porque seria expectável que cada aluno tivesse uma atitude crítica face ao que acabou de ler: se concorda ou não, se acha positivo ou negativo, etc.; sendo, claro, que a escolha do arquitecto terá muito a ver com o que cada um de voçês quiser dizer sobre o livro.

E nesse sentido, se tivesse que falar sobre os Não-Lugares, poderia referir (por exemplo) a obra de José Luis Sert, sobretudo na sua fase americana, ou até Mies (também na américa), mas também Gerry (só alguma obra, claro), ou Foster (hum), as coisas do Koolhaas (sobretudo a partir do séc. XXI, com intensidade na China); ou, do lado oposto da barricada, Sert (em Barcelona), Mies (early works...ou nem tanto), Gerry (estou a lembrar-me das coisas em Malibu, e mesmo a cada dele), ou Koolhaas (o do Kunstall de Roterdam)... como também Chipperfiled, ou (se quiséssemos ser óbvios) Siza de um lado e SOM do outro (mas nem isso é inteiramente verdade).

A confusão seria ainda maior para falar na "estetização" da arquitectura: Herzog e de Meuron (pós anos 90) de um lado, Herzon e de Meuron (pré-anos 90) do outro; as paredes de betão de Miguel Fisac vs. a funcionalidade de J.J.P. Oud; ou, claro, o Koolhaas (mas de que lado?...o homem não pára). É a obra de Miguel Fisac em exemplo de estétização? E o Saarinen?




















Miguel Fisac, Centro Social de las Hermanas Hospitalarias, Madrid, 1986: a arquitectura a partir da imagem?
















Saarinen, TWA Terminal, JFK Airport, 1962: um Não-Lugar?
















J.J.P. Oud, Kiefhoek, Rotterdam, 1930: funcionalismo ou estetização radical?

Isto só para referir que a escolha é vossa; terá a ver com a vossa interpretação do livro (e a vossa concordância com o conteúdo), e depoios sobre aquilo que acham que representa a obra de um determinado arquitecto.

Difícil? É.

Avaliação Final Exercício I

Ana Rita Diogo 12
Qualidade da Participação nas Sessões de Contacto(15%) 12
Qualidade do Processo e Método de Investigação e Respectivo Registo (20%) 12
Qualidade das Entregas Finais (20%) 8
Perícia nas Actividades Práticas (35%) 12
Capacidade de Diálogo e Comunicação (5%) 12
Qualidade de Resposta em Trabalhos de Grupo (5%) 10
Total 11,10
Majoração Atelier V 12,1
Daniel Santos 15
Qualidade da Participação nas Sessões de Contacto(15%) 14
Qualidade do Processo e Método de Investigação e Respectivo Registo (20%) 16
Qualidade das Entregas Finais (20%) 12
Perícia nas Actividades Práticas (35%) 16
Capacidade de Diálogo e Comunicação (5%) 14
Qualidade de Resposta em Trabalhos de Grupo (5%) 10
Total 14,50
Joana Labela 13
Qualidade da Participação nas Sessões de Contacto(15%) 10
Qualidade do Processo e Método de Investigação e Respectivo Registo (20%) 11
Qualidade das Entregas Finais (20%) 14
Perícia nas Actividades Práticas (35%) 16
Capacidade de Diálogo e Comunicação (5%) 12
Qualidade de Resposta em Trabalhos de Grupo (5%) 10
Total 13,20
Mónica Marinheiro 11
Qualidade da Participação nas Sessões de Contacto(15%) 8
Qualidade do Processo e Método de Investigação e Respectivo Registo (20%) 12
Qualidade das Entregas Finais (20%) 14/2 - 7
Perícia nas Actividades Práticas (35%) 15
Capacidade de Diálogo e Comunicação (5%) 12
Qualidade de Resposta em Trabalhos de Grupo (5%) 10
Total 11,35
Pedro Banaco 12
Qualidade da Participação nas Sessões de Contacto(15%) 12
Qualidade do Processo e Método de Investigação e Respectivo Registo (20%) 8
Qualidade das Entregas Finais (20%) 13
Perícia nas Actividades Práticas (35%) 12
Capacidade de Diálogo e Comunicação (5%) 12
Qualidade de Resposta em Trabalhos de Grupo (5%) 10
Total 11,3o
Majoração Atelier V 12,43
Sandrine Portas 9
Qualidade da Participação nas Sessões de Contacto(15%) 8
Qualidade do Processo e Método de Investigação e Respectivo Registo (20%) 8
Qualidade das Entregas Finais (20%) 13/2 - 6,5
Perícia nas Actividades Práticas (35%) 10
Capacidade de Diálogo e Comunicação (5%) 10
Qualidade de Resposta em Trabalhos de Grupo (5%) 10
Total 8,6
Vera Silva 9
Qualidade da Participação nas Sessões de Contacto(15%) 8
Qualidade do Processo e Método de Investigação e Respectivo Registo (20%) 8
Qualidade das Entregas Finais (20%) 10/2 - 5
Perícia nas Actividades Práticas (35%) 10
Capacidade de Diálogo e Comunicação (5%) 10
Qualidade de Resposta em Trabalhos de Grupo (5%) 10
Total 8,3
Majoração Atelier V 9,13

O Cadavre de Todos


Leituras do Mês

Leituras do Mês

Eládio Dieste

A obra do Uruguaio Eladio Dieste (1917-2000) entre a década de 50 e o final do séc., numa edição de luxo da Electa. O livro fica a cargo de Mercedes Daguerre, e tem textos de Mario Chirino, de Graciela Silvestri e do próprio Dieste: senza la rivelazione del mistero del mondo che viene dall'arte non faremo mai della nostra vita qualcosa di realmente umano.

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Obradoiro

O regresso de uma das publicações mais significativas do final da década de 80 / principios de 90, em Espanha e Portugal. Publicado pelo Colexio Oficial de Arquitectos de Galicia, e sob a Direcção de Carlos Pita, o número 33 de Obradoiro dedica-se ao Pequeno. Destaque-se o texto e Óscas Tenreiro (o Legado de Firminy), e os projectos de Solano Benítez e de César Portela.

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