euvg Arquitectura 2008/2009: atelier V, atelier VI, atelier VII, atelier VIII; Pedro Machado Costa, Pedro Cordeiro

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Afinal Borges não somos nós!

Devido à infeliz escassez de oferta, o seminário Borges Somos Nós! não se irá realizar.
As apresentações que restaram após a desistência da maior parte dos Alunos do Atelier VII serão adiadas para data a anunciar; tendo lugar na aula de Atelier.

Menú do dia 27

E para o próximo dia 27, Quinta-Feira, iremos analisar as apresentações de Borges Somos Nós!, e dos projectos.

Faremos igualmente ponto de situação do exercício EUVG BlogSpot

Borges somos nós!















Convida-se o Corpo Docente do Departamento de Arquitectura da EUVG para colaborar com o Atelier VII na realização de um seminário intitulado Borges Somos Nós!, a realizar-se no auditório da Faculdade na manhã do próximo dia 2 de Dezembro.

O Seminário será composto por um conjunto de comunicações sobre Bibliotecas (exactamente o Tema do Exercício de Projecto proposto aos Alunos), devendo cada participante dissertar sobre a sua biblioteca preferida.

O modo de apresentação é livre; requerendo-se no entanto que o suporte de apresentação multimédia seja o PowerPoint.

Pretende-se que o Seminário contemple, no mínimo, 8 apresentações, com a duração de 15 m. cada; sendo agrupadas em dois períodos de 1 hora, contemplando 4 apresentações cada. No final de cada período haverá um debate em torno do conteúdo, de modo a alunos e professores poderem discutir o conteúdo de cada apresentação.

Refira-se que o objectivo principal do Seminário Borges Somos Nós! é confrontar o Aluno com a investigação, análise, interpretação e apresentação pública de um determinado objecto arquitectónico (neste caso uma Biblioteca); procurando enquadrá-lo disciplinarmente, ao mesmo tempo que dissertará sobre o seu significado para a história e/ou teoria da arquitectura.


Trata-se de um exercício que visa sobretudo exercitar a capacidade de comunicação do Aluno, tornando-o consciente daquilo que é a linguagem própria de um seminário científico, e com as regras e os códigos de uma apresentação pública em arquitectura.
Sendo embora um exercício que exija alguma capacidade de investigação, o objecto de estudo não necessitará de ser aprofundado; dado que o seu objectivo principal é dotar o Aluno de capacidade de organização, de método e de competência de comunicação.
Procurar-se que o Aluno tenha contacto directo com o debate e a crítica.

Para que tal objectivo se cumpra, julga-se útil que as apresentações dos Professores sejam feitas em conjunto com as comunicações de Alunos; permitindo desse modo que estes possam confrontar o resultado do seu trabalho com outros modos de comunicar uma ideia.

Ao mesmo tempo que é dado, a cada Aluno, a possibilidade de comparar metodologias e modos de abordagem distintos do seu – permitindo desse modo ampliar o leque de soluções de problemas com que necessariamente se confrontou ao longo da sua apresentação -; aos Alunos será dada a oportunidade de conhecerem algumas das bibliotecas mais significativas para a história da Arquitectura.

O Seminário funcionará, para o Aluno, como um exame oral: na discussão/debate final, que será feita entre todos os participantes (Alunos e Professores), serão levantadas questões sobre cada uma das apresentações; requerendo portanto a todo o Corpo Docente da EUVG que disponibilize parte do seu tempo na crítica aos conteúdos apresentados pelos Alunos.

De modo a cumprir os objectivos do Seminário, pede-se que cada participante seleccione um tema diferente; ampliando-se dessa forma o leque das bibliotecas apresentadas.

Neste momento as inscrições no Seminário Borges Somos Nós! versam seguintes temas:

Biblioteca da Universidade Técnica de Delft (1997), da autoria do colectivo Mecanno; pelo aluno Daniel Santos.
Biblioteca Estadual de Berlim (1979), da autoria de Hans Scharoun; pelo Professor António Oliveira.
Biblioteca de Estocolmo (1927), de Erik Gunnar Asplund; pelo Professor João Foja
Biblioteca Nacional de França, Paris (1996), de Dominique Perrault; pela Aluna Sandrine Portas
Biblioteca Municipal de Viipuri (1935), de Alvar Aalto; pela Aluna Joana Labela

Em nome dos Alunos do Atelier VII agradecemos a V. presença e colaboração no Seminário Borges Somos Nós!

Plano de Trabalhos para 4 de Novembro

Cumprindo-se a calendarização e respectivos ajustes, os objectivos para 4 de Novembro são:
1. Exercício 1- Cadravre Exquis;
Entrega final, que deverá ser composta pelo(s) Painel(eis) formato A1, a Maquete Final, e todos os elementos de trabalho das várias fases (colagem bidimensional, composição tridimensional, maquetes de estudo, desenhos de computador, etc.)

2. Exercício 2 - Projecto;
Continuação da análise e discussão das propostas de projecto dos Alunos (Biblioteca e Hotel); e discussão conjunta do Plano do Parque Urbano.

3. Exercício 5 - Complexidades e Contradições;
Entrega Provisória do Exercício. Sabendo que alguns dos Alunos não definiram ainda o autor que vão estudar em paralelo com a obra teórica, serão analisados e discutidos os conteúdos dos livros, e feita a nomeação de autores/arquitectos a todos os alunos que não tenham ainda apresentado a sua proposta de estudo

4. Exercício 6 - Borges Somos Nós
Data final para apresentação da Biblioteca que será estudada pelos alunos do Atelier VII. Recorde-se que a data de Entrega Provisória (ensaio final da conferência) está marcado para dia 11 de Novembro.

Não há fome que não dê em fartura

Após ausência de uma semana de path for the architetture, Daniel Santos oferece-nos uma (óptima) selecção de bibliotecas; da qual destaco, por mera inclinação pessaol, a de Kahn; bem como (as já aqui referidas) Biblioteca de Mafra e Biblioteca Joanina.









































Não conseguinto concorrer em número com a multiplicidade de bibliotecas do Daniel, aproveita-se ainda assim oportunidade para mostrar outra das mais belas bibliotecas de sempre (na verdade um dos edifícios mais belos de sempre): a Biblioteca Beinecke de Livros Raros, da autoria de um arquitecto que fez carreira na SOM (Skidmore, Owings and Merril): Gordon Bunshaft.
A biblioteca, construída na Universidade de Yale em 1963, é composta por uma torre de estantes, encerrada por uma pele em mármore translucida, estrurada a finas e elegantes lâminas de betão.








































Para quem estiver interessado, aqui fica a história de Bunshaft contada por ele próprio, recolhida por Betty Blum em 1989. Pode ser que seja tema de um teste surpresa.

Bibliotecas: de Siza, de Carrilho, de Belém Lima

Ana Diogo, no seu Mundo um Quadro Pintado!, propõe um olhar mais atento a três recentes bibliotecas construídas em Portugal: a Biblioteca de Viana do Castelo, de Álvaro Siza Vieira; a Biblioteca Municipal de Tavira, de João Luís Carrilho da Graça; e a Biblioteca Municipal de Vila Real, de António Belém Lima.











Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, Álvaro Siza Vieira, 2008










Biblioteca Municipal de Tavira, Carrilho da Graça, 2005












Biblioteca Municipal de Vila Real, Belém Lima, 2007 (?)


A escolha de qualquer uma dessas Bibliotecas para o Exercício 6 (Borges Somos Nós) apresenta-se-nos como uma escolha sensata; visto qualquer uma delas ser facilmente visitável, podendo dessa forma ser compreendida na sua totalidade. E, claro, com a evidente vantagem de ser ter acesso aos projectos e aos autores.
Ana Rita terá alguma documentação sobre qualquer um dos três edifícios, que certamente disponibilizará aos mais curiosos.

Acrescentaria ainda a essa lista de bibliotecas á mão de semear algumas das minhas preferidas: a Biblioteca da Universidade de Aveiro ou, de uma outra forma, a Biblioteca do Palácio e Convento de Mafra ou a Biblioteca da Universidade de Coimbra, aí tão perto.







Biblioteca da Universidade de Aveiro, Álvaro Siza Vieira, 2005









Biblioteca do Palácio de Mafra, João Frederico Ludovice e outros
, 1717 (data do início das obras do Palácio)













Biblioteca da Universidade de Coimbra (conhecida como Biblioteca Joanina, João Carvalho Ferreira e outros
, 1717 (data do início das obras)

Relembro aos Alunos do Atelier VII que a escolha da biblioteca a estudar e apresentar no Seminário Borges Somos Nós deverá estar definida até ao próximo dia 28 de Outubro, Terça-Feira. Nesse mesmo dia faremos um ponto de situação sobre o tema.

Já agora, e porque não, refira-se que, apesar do Exercício 6 ser lançado para o Atelier VII (4º ano), qualquer interessado poderá integrar o Seminário Borges Somos Nós; pelo que convido os alunos do Atelier V a escolherem uma Biblioteca e sobre ela falarem.
Embora não seja um exercício curricular do 5º Semestre, a participação no Borges Somos Nós será uma boa experiência para todos e, claro, constituirá um bónus extra para a avaliação contínua.

Objectivos para dia 7 de Outubro

Conforme definido em Calendarização do Semestre, está apontado para dia 7 de Outubro um Ponto de Situação sobre o Exercício 2.
Cada Aluno deverá apresentar a sua proposta de definição de limites para a Área de intervenção; bem como uma estrutura para o parque urbano e programa de ocupação.
Será feito um Brain Storming em grupo; devendo no final da aula obter-se um resultado comum para a turma.
Pede-se a cada aluno que traga folhas em Papel Vegetal, formato A1.

Em relação ao Exercício 6, deverá ser proposto por cada Aluno o objecto que irá estudar e apresentar.

Em relação ao Exercício 5, cada Aluno deverá seleccionar a obra teórica que será objecto de estudo.

Em relação ao Exercício 4, será feito ponto de situação; sendo expectável que os Alunos apresentem e discutam primeiras impressões sobre as leituras feitas.

Quem quiser poderá ainda apresentar e discutir o resultado do Cadave Exquis; já que na próxima semana será feito o último ponto de situação antes da Entrega Provisória.

Pede-se ainda à Vera Silva que coloque online o seu Blog; e a todos que vão registando o seu processo. Obrigado

Borges Somos Nós!

Exercício 6
Obrigatório apenas para o Atelier VII


Tipo

Individual

Data de Lançamento
29 de Setembro de 2008

Data de Entrega Provisória
11 de Novembro de 2008

Data de Entrega Definitiva
2 de Dezembro de 2008

1. Descrição
A propósito do texto de Jorge Luis Borges (Buenos Aires, 1899 - Genebra, 1986) A Biblioteca de Babel (in Ficciones, 1944; Ed. Portuguesa: Teorema), em que autor nos apresenta uma Biblioteca infindável que supostamente contém todas as possibilidades de descrição da realidade, numa óbvia metáfora sobre a criação literária e a linguística; e acompanhando o tema do Exercício 2 (Atelier VI) - exactamente uma Biblioteca -, propõe-se uma viagem pelas bibliotecas mais significativas para a história da criação arquitectónica.
Para isso organiza-se o Seminário Borges Somos Nós!, que reunirá Alunos (Atelier VI) e professores da EUVG uma apresentação e num debate público em torno do tema. A cada um deles caberá fazer uma Comunicação sobre uma determinada Biblioteca, que será posta á consideração do público e dos seus pares; prevendo-se ainda a realização de um debate final.

2. Objectivos
O Aluno deverá ser capaz de investigar, analisar, interpretar e explicar uma determinada objecto arquitectónico (neste caso uma Biblioteca), procurando enquadrá-lo disciplinarmente, ao mesmo tempo que dissertará sobre o seu significado para a história e/ou teoria da arquitectura.
Trata-se de um exercício que visa sobretudo exercitar a capacidade de comunicação do Aluno, tornando-o consciente daquilo que é a linguagem própria de um seminário científico, e com as regras e os códigos de uma apresentação pública em arquitectura.
Sendo embora um exercício que exija alguma capacidade de investigação, o objecto de estudo não necessitará de ser aprofundado; dado que o seu objectivo principal é dotar o Aluno de capacidade de organização, de método e de competência de comunicação.
Procurar-se que o Aluno tenha contacto directo com o debate e a crítica.

3. Metodologia
O Seminário público Borges Somos Nós! irá decorrer em inícios de Dezembro, devendo contar com comunicações de Alunos (Atelier VII) e Professores. As inscrições para o Seminário serão feitas através do of Beauty and Consolation até ao final de Outubro.
Ao Aluno caberá a escolha de uma determinada Biblioteca (real ou projectada), que deverá ser objecto de estudo, para apresentação.
Na apresentação pública, com duração de 15 m., o Aluno deverá ser capaz de descrever o projecto, enquadrando-o no seu contexto disciplinar (histórico, teórico. etc.), devendo introduzir ao público o respectivo Autor (quem é, o que fez).
Procura-se que a abordagem ao tema do seminário seja pessoal; ou seja: não nos interessa que a apresentação repita uma qualquer tese já publicada e/ou apresentada. O Aluno deverá por isso explanar o objecto do seu estudo de forma pessoal, relacionando-o com os seus interesses e a sua própria sensibilidade; sendo por isso desejável que a escolha do edifício/projecto seja feita de modo cuidadoso.
A nomeação do objecto de estudo deverá ser previamente comunicada ao Regente da Cadeira.

4. Avaliação

Será avaliada a capacidade de apresentar e explicar edifício; que revelará necessariamente o tipo de investigação que foi feita.
O Seminário funcionará como uma espécie de exame oral: na discussão/debate final, que será feita entre todos os participantes, deverão ser colocadas um conjunto de questões sobre cada uma das apresentações.

Leituras do Mês

Leituras do Mês

Eládio Dieste

A obra do Uruguaio Eladio Dieste (1917-2000) entre a década de 50 e o final do séc., numa edição de luxo da Electa. O livro fica a cargo de Mercedes Daguerre, e tem textos de Mario Chirino, de Graciela Silvestri e do próprio Dieste: senza la rivelazione del mistero del mondo che viene dall'arte non faremo mai della nostra vita qualcosa di realmente umano.

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Obradoiro

O regresso de uma das publicações mais significativas do final da década de 80 / principios de 90, em Espanha e Portugal. Publicado pelo Colexio Oficial de Arquitectos de Galicia, e sob a Direcção de Carlos Pita, o número 33 de Obradoiro dedica-se ao Pequeno. Destaque-se o texto e Óscas Tenreiro (o Legado de Firminy), e os projectos de Solano Benítez e de César Portela.

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