euvg Arquitectura 2008/2009: atelier V, atelier VI, atelier VII, atelier VIII; Pedro Machado Costa, Pedro Cordeiro

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Intervalo



Intervals (1969), Peter Greenaway

Tendo tido o privilégio de ver esta pequena curta metragem pela primeira vez numa Bienal em Veneza, já lá vão alguns anos, fiquei capaz de olhar a cidade para lá dos canais e do Palladio (e do Scarpa também).
O filme, de 1969 (com edição sonora posterior) revela aquilo que seria a grande obsessão de Greenaway pelas regras matemáticas, que mais tarde viria a explorar no Drowning by Numbers (1988) ou nesta outra curta metragem intitulada Windows (1975). Intervals adapta o sistema de notações das Quatro Estações de Vivaldi, criando uma sequencia exacta, onde imagem e som se conjugam na perfeição.
Outros filmes a ver do mesmo realizador: The Belly of an Architect (1987), The Cook, the Thief, His Wife and Her Lover (1989), ou Prospero's Book (1991); todos eles necessários á educação de um arquitecto.

Odisseia no Espaço

Foi o professor Pedro Cordeiro a referir a obra prima de Stanley Kubrik, 2001 - Odisseia no Espaço, de 1968; a propósito do Projecto de Mónica Marinheiro. Musical ao som do Danúbio Azul.



Tão obrigatório, que se eu tivesse que fazer o enunciado para o exame; provavelmente pediria uma análise do filme sob o ponto de vista da arquitectura.

A Sala a que Pedro Cordeiro faz referência aparece neste outro excerto, entre o minuto 1:38 e o minuto 2:15. A música é, aqui, de Tchaikovsky:Op.37a-6
Die Jahreszeiten "Juni,Barkarole" Op.37a-6.

Chien Andalou!

Em relação à entrega da última Terça-Feira nem tudo correu bem: 3 alunos falharam a entrega e o material de apresentação foi, em geral, muito fraco.
E no entanto os projectos (porque é disso que se trata aqui, nos Ateliers: saber fazer projectos) são bastante positivos. Um pouco surrealistas até; mas afinal tratava-se de um Cadavre Exquis.

Teremos brevemente oportunidade de fazer um relatório sobre cada um dos Cadavres; e deveremos também discutir a situação dos alunos em falta; mas, entretanto, mas não posso de deixar de expressar contentamento sobre a qualidade geral das propostas.



Lembra-me Un Chien Andalou, de Buñuel. Fica a versão dos Pixies, um pouco mais festiva.
Parabéns a todos.

e por falar em Skyline, aqui está o melhor de sempre


A melhor cena cinematográfica de sempre, sobre o melhor Skyline de sempre. Trata-se do melhor Woody Allen de sempre: Manhattan (1979), sobre a cidade de sempre. Com o melhor Gershwin de sempre. Inclui um Frank Lloyd Wright e tudo, talvez o melhor de sempre (o primeiro aluno a dar com ele está dispensado de apresentar cortes na entrega final do Exercício 1). Obrigatório portanto.



Leituras do Mês

Leituras do Mês

Eládio Dieste

A obra do Uruguaio Eladio Dieste (1917-2000) entre a década de 50 e o final do séc., numa edição de luxo da Electa. O livro fica a cargo de Mercedes Daguerre, e tem textos de Mario Chirino, de Graciela Silvestri e do próprio Dieste: senza la rivelazione del mistero del mondo che viene dall'arte non faremo mai della nostra vita qualcosa di realmente umano.

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Obradoiro

O regresso de uma das publicações mais significativas do final da década de 80 / principios de 90, em Espanha e Portugal. Publicado pelo Colexio Oficial de Arquitectos de Galicia, e sob a Direcção de Carlos Pita, o número 33 de Obradoiro dedica-se ao Pequeno. Destaque-se o texto e Óscas Tenreiro (o Legado de Firminy), e os projectos de Solano Benítez e de César Portela.

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