euvg Arquitectura 2008/2009: atelier V, atelier VI, atelier VII, atelier VIII; Pedro Machado Costa, Pedro Cordeiro

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Exame de Recurso Atelier VII

Publica-se agora o enunciado do Exame de Recurso para o Atelier VII.

O presente enunciado refere-se ao Exame de Recurso para o Atelier VII, no ano lectivo de 2008-2009; abrangendo parte daquilo que foi o programa prático e teórico da disciplina, cumprindo-se dessa forma os objectivos pedagógicos estabelecidos.

O aluno deverá escolher uma das seguintes obras de arquitectura, que irá ser objecto do seu trabalho:
  • Villa Steiner, Viena, Áustria, 1910; Adolf Loos
  • Eames House, Pacific Palisades, California, EUA, 1949; Charles Eames, Ray Eames
  • Villa Stein, Garches, França, 1927; Le Corbusier

1. Trabalho Teórico

O Aluno deverá escrever um pequeno ensaio sobre a obra de arquitectura que escolheu, abordando, entre outros, os seguintes aspectos:
  • Apresentação do autor, com referência ao seu percurso profissional, a outras obras de referência, e à sua relevância para a história da arquitectura moderna;
  • Breve historial da obra, aprofundando as condições que levaram à encomenda da obra, seus pressupostos, localização e programa funcional prévio;
  • Levantamento e descrição dos aspectos que conduziram às soluções de projecto, incluindo a sua relação com o sítio, as soluções funcionais e programáticas, a sua forma e tipologia;;
  • Enquadramento da obra no respectivo período arquitectónico, e principais aspectos que a distinguem e/ou a tornam parte desse mesmo período;
  • Revisão crítica da obra, sob o ponto de vista do aluno, devidamente sustentada a nível teórico e histórico.

O trabalho escrito deverá ser apresentado na data de exame, num caderno A4.
O trabalho deverá ter entre 20.000 e 25.000 caracteres.
O trabalho deverá ser ilustrado com os aspectos gráficos considerados relevantes que permitam sustentar o seu desenvolvimento.

O Aluno deverá munir-se de bibliografia específica; devendo sempre fazer referência aos textos, livros e websites consultados.

2. Trabalho Prático

Com a informação reunida na primeira parte do exercício, o Aluno deverá elaborar um projecto para uma Casa de Hospedes, a construir junto à obra que seleccionou; contendo o seguinte programa funcional:
  • Sala: 40 m2,
  • Quarto de Dormir: 20 m2;
  • Instalações Sanitárias de Apoio / Casa de Banho; área a definir pelo aluno;
  • Copa e área de refeições; área a definir pelo Aluno
A área bruta do novo edifício não deverá ultrapassar o total de 100 m2.

Pede-se que o projecto estabeleça uma relação formal e funcional com a obra pré-seleccionada, tendo em conta aspectos como:
  • a sua integração arquitectónica e topográfica nas preexistências;
  • as relações funcionais criadas entre a obra seleccionada e o novo anexo;
  • a adequação da obra ao programa requerido, tendo em conta aspectos como o aproveitamento da luz natural, a sua funcionalidade e a sua articulação interna;
O trabalho deverá, obrigatoriamente, ser apresentado com recurso aos seguintes elementos:

  • Planta de Implantação e de Situação, ilustrando a relação de ambos os edifícios com o lugar e sua envolvente comum, registando cotas altimétricas, edifícios envolventes, acessos e arruamentos, caso existam; esc. 1/500
  • Planta(s)do conjunto (obra preexistente e anexo); esc. 1/100
  • Cortes e Alçados do conjunto (obra preexistente e anexo); esc. 1/100
  • Fotomontagem, que demonstre a relação entre a obra preexistente e o novo edifício; e
  • Maqueta que inclua ambos os edifícios, com interiores e exteriores; esc. 1/100.
Todas as peças desenhadas deverão ser apresentadas em painéis formato normalizado A1, colados sobre suporte rígido, leve.

A maqueta deverá ser executada em cartão maqueta cor branca ou similar; devendo ilustrar de forma definitiva os aspectos formais e tipológicos de ambas as construções, e a topografia onde assentam (através do recurso a curvas de nível).

Apresentação

O exame têm inicio às 11:00 am; com a duração máxima de 1h e 45 m. O exame é público.

O aluno terá 30 minutos para apresentar o seu trabalho teórico, podendo munir-se de todos os meios que considere necessários para ilustrar o conteúdo do seu trabalho.
Se necessário o aluno poderá requerer, previamente, na secretaria da EUVG, o empréstimo de um projector multimédia.

O trabalho teórico deverá também ser apresentado em suporte físico (caderno A4).
O arguente fará análise crítica do trabalho (max. 20 minutos), devendo o aluno usar os restantes 20 m do tempo que o exame dedica à parte teórica para responder às questões levantadas pelo primeiro.

Após intervalo (10 m) o aluno deverá apresentar o seu trabalho prático, com base nos elementos por ele entregues.
Será realizada uma sessão crítica pelos arguentes.

Exame de Recurso Atelier VIII

Publica-se agora o enunciado do Exame de Recurso para o Atelier VIII.

O presente enunciado refere-se ao Exame de Recurso para o Atelier VIII, no ano lectivo de 2008-2009; abrangendo parte daquilo que foi o programa prático e teórico da disciplina, cumprindo-se dessa forma os objectivos pedagógicos estabelecidos.

O aluno deverá escolher uma das seguintes obras de arquitectura, que irá ser objecto do seu trabalho:
  • Casa Malaparte, Capri, Itália, 1937; Adalberto Libera
  • Casa Tugendhat, Brno, República Checa, 1930; Mies van der Rohe
  • Casa Schminke, Löbau, Alemanha, 1933; Hans Scharoum

1. Trabalho Teórico

O Aluno deverá escrever um pequeno ensaio sobre a obra de arquitectura que escolheu, abordando, entre outros, os seguintes aspectos:
  • Apresentação do autor, com referência ao seu percurso profissional, a outras obras de referência, e à sua relevância para a história da arquitectura moderna;
  • Breve historial da obra, aprofundando as condições que levaram à encomenda da obra, seus pressupostos, localização e programa funcional prévio;
  • Levantamento e descrição dos aspectos que conduziram às soluções de projecto, incluindo a sua relação com o sítio, as soluções funcionais e programáticas, a sua forma e tipologia, e os métodos construtivos usados;
  • Enquadramento da obra no respectivo período arquitectónico, e principais aspectos que a distinguem e/ou a tornam parte desse mesmo período;
  • Revisão crítica da obra, sob o ponto de vista do aluno, devidamente sustentada a nível teórico e histórico.

O trabalho escrito deverá ser apresentado na data de exame, num caderno A4.
O trabalho deverá ter entre 20.000 e 25.000 caracteres.
O trabalho deverá ser ilustrado com os aspectos gráficos considerados relevantes que permitam sustentar o seu desenvolvimento.

O Aluno deverá munir-se de bibliografia específica; devendo sempre fazer referência aos textos, livros e websites consultados.

2. Trabalho Prático

Com a informação reunida na primeira parte do exercício, o Aluno deverá elaborar um projecto para um Estúdio/Atelier, a construir junto à obra que seleccionou; contendo o seguinte programa funcional:
  • Estúdio/Atelier de pintura: 75 m2,
  • Quarto de Dormir: 15 m2;
  • Instalações Sanitárias de Apoio / Casa de Banho; área a definir pelo aluno;
  • Copa e área de refeições; área a definir pelo Aluno
A área bruta do novo edifício não deverá ultrapassar o total de 130 m2.

Pede-se que o projecto estabeleça uma relação formal e funcional com a obra pré-seleccionada, tendo em conta aspectos como:
  • a sua integração arquitectónica e topográfica nas preexistências;
  • as relações funcionais criadas entre a obra seleccionada e o novo anexo;
  • a adequação da obra ao programa requerido, tendo em conta aspectos como o aproveitamento da luz natural, a sua funcionalidade e a sua articulação interna;
  • a sua materialidade e os seus aspectos construtivos.
O trabalho deverá, obrigatoriamente, ser apresentado com recurso aos seguintes elementos:

  • Planta de Implantação e de Situação, ilustrando a relação de ambos os edifícios com o lugar e sua envolvente comum, registando cotas altimétricas, edifícios envolventes, acessos e arruamentos, caso existam; esc. 1/500
  • Planta(s)do conjunto (obra preexistente e anexo); esc. 1/100
  • Cortes e Alçados do conjunto (obra preexistente e anexo); esc. 1/100
  • Corte Construtivo do edifício preexistente (plano vertical de fachada, pavimentos internos, vãos, cobertura), com respectiva descrição dos materiais e soluções aplicadas; esc. 1/20
  • Corte Construtivo que ilustre a solução construtiva proposta (plano vertical de fachada, pavimentos internos, vãos, cobertura), com respectiva descrição dos materiais e soluções aplicadas; esc. 1/20
  • Fotomontagem, que demonstre a relação entre a obra preexistente e o novo edifício; e
  • Maqueta que inclua ambos os edifícios, com interiores e exteriores; esc. 1/100.
Todas as peças desenhadas deverão ser apresentadas em painéis formato normalizado A1, colados sobre suporte rígido, leve.

A maqueta deverá ser executada em cartão maqueta cor branca ou similar; devendo ilustrar de forma definitiva os aspectos formais e tipológicos de ambas as construções, e a topografia onde assentam (através do recurso a curvas de nível).

Apresentação

O exame têm inicio às 11:00 am; com a duração máxima de 1h e 45 m. O exame é público.

O aluno terá 30 minutos para apresentar o seu trabalho teórico, podendo munir-se de todos os meios que considere necessários para ilustrar o conteúdo do seu trabalho.
Se necessário o aluno poderá requerer, previamente, na secretaria da EUVG, o empréstimo de um projector multimédia.

O trabalho teórico deverá também ser apresentado em suporte físico (caderno A4).
O arguente fará análise crítica do trabalho (max. 20 minutos), devendo o aluno usar os restantes 20 m do tempo que o exame dedica à parte teórica para responder às questões levantadas pelo primeiro.

Após intervalo (10 m) o aluno deverá apresentar o seu trabalho prático, com base nos elementos por ele entregues.
Será realizada uma sessão crítica pelos arguentes.

Nota de Avaliação de Exame Final

Informam-se os Alunos dos resultados da Avaliação de Exames dos Ateliers VI e VIII

Marisa Rodrigues - 11
Sandrine Portas - Faltou

Notas de Avaliação Final Atelier VI e Atelier VIII

Informam-se os Alunos dos resultados da Avaliação final dos Ateliers VI e VIII

Pedro Banaco - 13
Daniel Santos - Faltou
Mónica Marinheiro - Faltou
Sandrine Portas - 8
Marisa Rodrigues - 8

Informam-se ainda os Alunos que podem ir a Exame, que a data de avaliação é 18 de Maio, pelas 11 da manhã.
O exame consta da avaliação dos projectos - cuja apresentação deve ser feita nos mesmos moldes da avaliação final de ano; incluído a apresentação de maqueta final

Notas de Avaliação Final, Exame Atelier VII

Publicam-se agora as notas de avaliação final do Exame (27 Fev.) do Atelier VII.
As notas derivam da nota de avaliação do Teste (40%) e da nota de avaliação do Exercício 2 (60%).

Daniel Santos 13
Teste 12 (media ponderada de 40% - 4,8)
  • Questão 1 - 3
  • Questão 2 - 2
  • Questão 3 - 1
  • Questão 4 - 2,5
  • Questão 5 - 2
  • Questão 6 - 1,5
Projecto 13 (média ponderada de 60% - 7,8)

Total 12,6
Sandrine Portas 11
Teste 11 (média ponderada de 40% - 4,4)
  • Questão 1 - 2
  • Questão 2 - 1
  • Questão 3 - 1,5
  • Questão 4 - 1,5
  • Questão 5 - 2
  • Questão 6 - 3
Projecto 11 (média ponderada de 60% - 6,6)

Total 11
Ambos os Alunos transitam para o Atelier VIII.

O projecto de Daniel Santos

Relativamente ao Projecto de Daniel Santos avaliado em dada de Exame (27 Fev.), publica-se agora o resumo da análise feita.

Como tinha sido anteriormente referido, o projecto de Daniel Santos opta por uma forma simples - quase icónica - que alberga a totalidade do programa funcional da Biblioteca, distribuindo as três grandes áreas públicas (Biblioteca Pública, Biblioteca de Crianças e Arquivo) nos três braços do edifício. Os espaços de leitura resultantes dessa solução são potencialmente fascinantes, lidando de forma diferenciada com a(s) paisagem(ns) que literalmente enquadram.
Os espaços destinados aos Serviços e a Cafetaria são dispostos na base do edifício, conseguindo resolver de forma simples e elegante a relação entre a massa construída e o terreno envolvente a norte. Os patamares formados por esta solução, contrastados com a forma do alçado, encaminham toda a tensão para o centro do edifício (que é de facto o seu ponto principal), resultando numa espécie de Grand Hall de recepção; embora, curiosamente, a entrada principal do edifício esteja apontada pelo Aluno na fachada oposta (sul).

Há questões ainda pouco trabalhadas, que ressaltam pela importância que terão para o projecto, nomeadamente: o excesso de área (que leva a que a volumetria total do edifício seja desadequada à sua escala), o excesso de pisos acima do solo, com localização de depósitos no nível superior (o que anula a hipótese de relacionar a forma das salas de leitura com o desenho de uma cobertura que seja mais consequente para o interior dos espaços mais nobres do edifício; criando dificuldades na obtenção de uma melhor relação entre a massa construída e a sua morfologia) e, sobretudo, a aparente ineficácia dos circuitos funcionais propostos (que, ao invés de se separarem, encontram-se misturados ao longo do edifício).
Na verdade julga-se que as partes do projecto menos interessantes (Ex: fachadas, reveladas sobretudo nas peças desenhadas) são exactamente consequência das questões levantadas anteriormente.

Em relação à apresentação os desenhos apresentam ainda algumas lacunas de representação (ausência de vãos e de outros elementos que permitam a compreensão da escala e do tipo de funcionamento de cada espaço); sendo que a Maqueta apresentada não fez justiça ás qualidades aparentes do projecto.

O Aluno terá avançado algumas ideias (em Memória) sobre a materialização do edifício, e aspectos construtivos; julgando-se positivo o modo de procurar relacionar ambientes e espaços por ele criados.

O projecto de Sandrine Portas

Relativamente ao Projecto de Sandrine Portas avaliado em dada de Exame (27 Fev.), publica-se agora o resumo da análise feita.

A primeira observação que se pode fazer do trabalho de Sandrine é a de que o projecto agora apresentado revela um progresso substancial em relação à sua proposta original; sem que para tal a Aluna tenha dispensado nenhuma das principais intenções que estruturam a sua Biblioteca.
Desse modo a solução de Sandrine consegue manter as características funcionais da sua proposta (consolidando-as até), reformulando a forma geral do edifício; tendo por base a procura de uma relação entre cada um dos espaços internos, a sua forma e as relações que cria entre o restante edifício; e também, claro, o exterior.

A preocupação em dimensionar os espaços consoante a sua função, e organiza-los segunda uma estrutura plausível, irá permitir uma leitura clara da solução geral; ao mesmo tempo que se reforça a hierarquização funcional e espacial. Tudo isto é de certo modo confirmado pela volumetria da Biblioteca que, passe embora a aparente falta de controlo sobre a escala, irá imprimir características formais que potenciam a obtenção de uma solução definitiva para a imagem que a Aluna pretende obter.
Ressalta-se ainda a procura da Aluna em dotar o edifício de uma regra (baseada na localização das colunas de comunicação verticais); conseguindo ao mesmo tempo libertar as circulações (públicas) da excessiva rigidez da solução anterior.

Note-se que o projecto é, ainda, algo desequilibrado; revelando-se problemas ao nível da relação entre o edifício e a topografia; e também entre parte do programa (pisos inferiores) e o terreno. Julga-se também que a própria forma do espaço central (o átrio) é ainda desadequada á forma e á escala do edifício.
No entanto é de assinalar que os problemas que o projecto apresentam não colocam dúvidas acerca do potencial do projecto, sendo portanto de concluir que a evolução do trabalho de Sandrine foi bastante positivo.

Nota Final de Avaliação Semestre I, 2008/2009

As notas foram obtidas com a soma das parcelas relativas aos vários exercícios curriculares do Semestre; cujos pesos relativos são os seguintes:
Exercício 1 - 15%
Exercício 2 - 35%
Exercício 3 - 15%
Exercício 4 - 10%
Exercício 5 - 10%
Exercício 6 - 10% (Não aplicável ao Atelier V)
Exercício 7 - 5%
Como metodologia de avaliação final foi anulado o peso específico do Exercício 7 (que nenhum aluno cumpriu); tendo da mesma forma sido estabelecida, para o Atelier V, a proporcionalidade aritmética de modo à soma das pesos parcelares de cada Exercício corresponderem a 100% (isto porque o exercício 6, que valia 10%, não faria parte do curriculum académico do Atelier V).

Entendeu da mesma forma o Corpo Docente reduzir em 2 pontos a nota final obtida pela soma aritmética a todos os Alunos que não cumpriram a Entrega Final e que não estiveram presentes na Sessão Final de Avaliação Contínua (5 Jan.).

As notas finais dos Alunos dos Atelier V e Atelier VII para o ano lectivo 2008/2009, são as seguintes:

Ana Rita Diogo 6 (atelier V), Reprovada
Exercício I (15%) 12,21
Exercício II (35%) 5,50
Exercício III (15%) 10,45
Exercício IV (10%) 12,98
Exercício V (10%) 0
Exercício VI (não aplic.)
Exercício VII (5%) 0
Total (1+2+3+4+5+6+7) 6,66
Total Majorado (1+2+3+4+5) 7,79
Total Final 5,79
Daniel Santos 9 (atelier VII), Reprovado
Exercício I (15%) 14,50
Exercício II (35%) 9,25
Exercício III (15%) 14,58
Exercício IV (10%) 15,7
Exercício V (10%) 9,44
Exercício VI (10%) 0
Exercício VII (5%) 0
Total (1+2+3+4+5+6+7) 10,11
Total Majorado (1+2+3+4+5+6) 10,64
Total Final 8,64
Joana Labela 7 (atelier VII), Reprovada
Exercício I (15%) 13,20
Exercício II (35%) 8,45
Exercício III (15%) 10,43
Exercício IV (10%) 11,90
Exercício V (10%) 10,35
Exercício VI (10%) 0
Exercício VII (5%) 0
Total (1+2+3+4+5+6+7) 8,72
Total Majorado (1+2+3+4+5+6) 9,18
Total Final 7,18
Mónica Marinheiro 7 (atelier VII), Reprovada
Exercício I (15%) 11,35
Exercício II (35%) 9,35
Exercício III (15%) 9,43
Exercício IV (10%) 12,10
Exercício V (10%) 9,95
Exercício VI (10%) 0
Exercício VII (5%) 0
Total (1+2+3+4+5+6+7) 8,50
Total Majorado (1+2+3+4+5+6) 8,95
Total Final 6,95
Pedro Banaco 10 (atelier V), Aprovado
Exercício I (15%) 12,43
Exercício II (35%) 12,60
Exercício III (15%) 8,75
Exercício IV (10%) 6,16
Exercício V (10%) 0
Exercício VI (não aplic.)
Exercício VII (5%) 0
Total (1+2+3+4+5+6+7) 8,20
Total Majorado (1+2+3+4+5) 9,64
Total Final 9,64
Sandrine Portas 8 (atelier VII), Reprovada
Exercício I (15%) 8,60
Exercício II (35%) 8,45
Exercício III (15%) 9,63
Exercício IV (10%) 11,50
Exercício V (10%) 11,80
Exercício VI (10%) 0
Exercício VII (5%) 0
Total (1+2+3+4+5+6+7) 8,02
Total Majorado (1+2+3+4+5+6) 8,44
Total Final 8,44
Vera Silva 6 (atelier V), Reprovada
Exercício I (15%) 9,13
Exercício II (35%) 4,56
Exercício III (15%) 8,36
Exercício IV (10%) 12,98
Exercício V (10%) 9,45
Exercício VI (não aplic.)
Exercício VII (5%) 0
Total (1+2+3+4+5+6+7) 6,65
Total Majorado (1+2+3+4+5) 7,82
Total Final 5,82

Avaliação Final Exercício 5

Ao contrário da regra que temos seguido até aqui - o da publicação da análise crítica a cada um dos trabalhos antes de se proceder ao lançamento das notas parciais - tomou-se a opção de publicar as notas parciais do Exercício 5 sem dar a conhecer a nossa leitura critica dos trabalhos teóricos dos Alunos.
Tal facto deve-se à necessidade de se proceder ao lançamento da nota final do Semestre; sendo que a publicação da análise de cada um dos trabalhos far-se-à brevemente; sendo anunciado no of.Beauty.and. Consolation.

O peso relativo das notas do Exercício 5 para a média final ponderada é de 10%.
As notas do Exercício 5 são as seguintes:

Ana Rita Diogo 0
Qualidade do Registo (25%) 0
Qualidade do Processo e Método Seguidos (15%) 0
Cumprimento dos Objectivos Estipulados (25%) 0
Rigor Científico (10%) 0
Apresentação Pública (25%) 0
Total 0
Majoração Atelier V 0
Daniel Santos 9
Qualidade do Registo (25%) 16
Qualidade do Processo e Método Seguidos (15%) 17
Cumprimento dos Objectivos Estipulados (25%) 15
Rigor Científico (10%) 15
Apresentação Pública (25%) 0
Total 11,8
Atraso na Entrega (-20%) 9,44
Joana Labela 10
Qualidade do Registo (25%) 15
Qualidade do Processo e Método Seguidos (15%) 12
Cumprimento dos Objectivos Estipulados (25%) 14
Rigor Científico (10%) 13
Apresentação Pública (25%) 0
Total 10,35
Mónica Marinheiro 9
Qualidade do Registo (25%) 13
Qualidade do Processo e Método Seguidos (15%) 12
Cumprimento dos Objectivos Estipulados (25%) 12
Rigor Científico (10%) 10
Apresentação Pública (25%) 0
Total 9,05
Pedro Banaco 0
Qualidade do Registo (25%) 0
Qualidade do Processo e Método Seguidos (15%) 0
Cumprimento dos Objectivos Estipulados (25%) 0
Rigor Científico (10%) 0
Apresentação Pública (25%) 0
Total 0
Majoração Atelier V 0
Sandrine Portas 12
Qualidade do Registo (25%) 12
Qualidade do Processo e Método Seguidos (15%) 12
Cumprimento dos Objectivos Estipulados (25%) 12
Rigor Científico (10%) 10
Apresentação Pública (25%) 12
Total 11,8
Vera Silva 11
Qualidade do Registo (25%) 13
Qualidade do Processo e Método Seguidos (15%) 13
Cumprimento dos Objectivos Estipulados (25%) 13
Rigor Científico (10%) 10
Apresentação Pública (25%) o
Total 9,45
Majoração Atelier V 11,34

Avaliação Final Exercício 2

O peso relativo das notas do Exercício 2 para a média final ponderada é de 35%.
As notas do Exercício 2 são as seguintes:

Ana Rita Diogo 6
Qualidade de Participação nas Sessões de Contacto (15%) 6
Qualidade do Método e Processo de Investigação e Respectivo Registo (20%) 6
Qualidade da Entrega Final (20%) 0
Perícia nas Actividades Práticas (35%) 6
Capacidade de Diálogo e Comunicação (5%) 8
Qualidade de Resposta em Trabalho de Grupo (5%) 8
Total 5
Majoração Atelier V 5,5
Daniel Santos 9
Qualidade de Participação nas Sessões de Contacto (15%) 12
Qualidade do Método e Processo de Investigação e Respectivo Registo (20%) 13
Qualidade da Entrega Final (20%) 0
Perícia nas Actividades Práticas (35%) 11
Capacidade de Diálogo e Comunicação (5%) 12
Qualidade de Resposta em Trabalho de Grupo (5%) 8
Total 9,25
Joana Labela 8
Qualidade de Participação nas Sessões de Contacto (15%) 12
Qualidade do Método e Processo de Investigação e Respectivo Registo (20%) 9
Qualidade da Entrega Final (20%) 0
Perícia nas Actividades Práticas (35%) 11
Capacidade de Diálogo e Comunicação (5%) 12
Qualidade de Resposta em Trabalho de Grupo (5%) 8
Total 8,45
Mónica Marinheiro 9
Qualidade de Participação nas Sessões de Contacto (15%) 12
Qualidade do Método e Processo de Investigação e Respectivo Registo (20%) 10
Qualidade da Entrega Final (20%) 0
Perícia nas Actividades Práticas (35%) 13
Capacidade de Diálogo e Comunicação (5%) 12
Qualidade de Resposta em Trabalho de Grupo (5%) 8
Total 9,35
Pedro Banaco 13
Qualidade de Participação nas Sessões de Contacto (15%) 12
Qualidade do Método e Processo de Investigação e Respectivo Registo (20%) 10
Qualidade da Entrega Final (20%) 12
Perícia nas Actividades Práticas (35%) 12
Capacidade de Diálogo e Comunicação (5%) 13
Qualidade de Resposta em Trabalho de Grupo (5%) 8
Total 11,45
Majoração Atelier V 12,6
Sandrine Portas 8
Qualidade de Participação nas Sessões de Contacto (15%) 10
Qualidade do Método e Processo de Investigação e Respectivo Registo (20%) 8
Qualidade da Entrega Final (20%) 8
Perícia nas Actividades Práticas (35%) 8
Capacidade de Diálogo e Comunicação (5%) 11
Qualidade de Resposta em Trabalho de Grupo (5%) 8
Total 8,45
Vera Silva 5
Qualidade de Participação nas Sessões de Contacto (15%) 5
Qualidade do Método e Processo de Investigação e Respectivo Registo (20%) 5
Qualidade da Entrega Final (20%) 0
Perícia nas Actividades Práticas (35%) 5
Capacidade de Diálogo e Comunicação (5%) 5
Qualidade de Resposta em Trabalho de Grupo (5%) 8
Total 4,5
Majoração Atelier V 4,565

O projecto de Vera Silva

Ao longo do 5º Semestre Vera Silva não apresentou qualquer tipo de ideia para o seu projecto. A Aluna nunca chegou a participar em nenhuma discussão de Atelier V em relação ao Exercício II; com excepção do Brain Storming inicial que terá ajudado ao aparecimento do Plano Geral do Parque - definindo-se desse modo a localização e implantação dos projectos do Hotel e da Biblioteca.
A ausência da Aluna na Avaliação Final confirma a falta de participação no Atelier V; impedindo dessa forma uma análise ás suas reais capacidades.
Sublinhe-se ainda a (aparente) ausência de método de projecto da Aluna, e também a imensa dificuldade revelada por Vera Silva em lidar com os mais simples instrumentos operativos de projecto, patente nos sucessivos erros (de escala e de representação) que as suas maquetas (de terreno) apresentavam.
No seu Blog não há qualquer tipo de registo da proposta.
Julga-se no entanto que o grande problema de Vera Silva terá sido a total falta de empenho demonstrada pela Aluna, quer no Exercício II, quer na totalidade dos trabalhos lançados para o Atelier V.

O projecto de Sandrine Portas

Sandrine Portas foi a única aluna do Atelier VII a comparecer ás sessões de Avaliação de dia 5 de Janeiro de 2009; apresentando aquilo que seria a sua conclusão sobre o período de investigação de projecto realizado ao longo do 7º Semestre do Curso.
As peças aí apresentadas são reveladoras das fragilidades que a Aluna vem demonstrando ao longo do Semestre; tendo a sua proposta ficado aquém das expectativas mínimas exigíveis a um Aluno de 4º Ano de Arquitectura. Na verdade o projecto de Sandrine Portas é, em certo sentido, um não projecto; ou seja: as peças desenhadas (plantas e cortes) e a maqueta apresentadas revelam uma total ausência de princípios ordenadores de uma ideia de arquitectura, e uma insuficiência de reflexão sobre as potencialidades de um projecto.
O projecto de Sandrine baseia-se sobretudo numa formulação de uma vontade espacial: a criação de uma Biblioteca cujo centro (o átrio) permita uma estreita relação visual e funcional com o restante programa público do edifício (Salas de Leitura), e com o exterior. Para tal o projecto usa-se de um sistema de meios-pisos, servido por rampas centrais que lhe são perpendiculares; estabelecendo desse modo um possível critério de hierarquização espacial que, eventualmente, lhe permitiria caracterizar cada um dos espaços internos do edifício - seja através de pés-direitos distintos, de diferentes formas de trabalhar a luz e a própria forma de cada Sala, seja através das relações entre essa Sala e o restante edifício, e para lá dele, a própria envolvente exterior.
Estando estabelecido tal principio - de clara evidência - a Aluna não foi no entanto capaz de atribuir ao projecto uma forma, uma estrutura ou uma tipologia que lhe correspondesse.
Dessa forma a Biblioteca de Sandrine não adquire nenhuma capacidade morfológica; aspecto esse revelado desde logo pela sua Maquete (1:200), que se resume a um volume paralelepipédico destituído de qualquer atributo espacial, material ou escalar, e sem qualquer tipo de relação entre o potencial programatico e a sua forma, e também o próprio terreno.
A organização interna proposta pela Aluna, sendo clara em termos organizativos, resume-se no entanto ao estabelecimento de uma espécie de organograma funcional; não permitindo uma leitura de uma regra e/ou de um princípio de ocupação/criação de espaço. Tal aspecto é desde logo visível na ausência de uma lógica em relação ao uso de elementos normativos para o edifício (circulações verticais e horizontais, elementos estruturais e/ou dimensionais) e também, claro, na ausência de uma regra predominante; que, quanto a nós, evidencia uma total ausência de capacidade de prever resultados formais para o projecto.
Nesse sentido diríamos que o estado actual do projecto de Sandrine Portas revela de modo claro as grandes dificuldades com que a Aluna se debate em termos de estratégia de abordagem a um problema arquitectónico. Exemplo disso é, a nosso ver, a ausência de uma imagem de projecto: Sandrine Portas não apresenta nenhuma ideia ou nenhuma vontade para o seu projecto, e portanto não foi capaz de definir uma estratégia que lhe permitisse desenvolver o seu trabalho num sentido consequente.
Por outro lado julga-se que falta ainda à Aluna consolidar uma metodologia que lhe permita detectar as fragilidades (e as potencialidades) da sua solução, o que retira qualquer possibilidade de aprofundar o estudo. Note-se, nesse sentido, o modo com que Sandrine aborda o projecto: dedicando-se primeiramente ao desenvolvimento de uma planta, adiando para uma outra fase o modo como os espaços se relacionam com o exterior. Sinal disso é a ausência de alçados, ou de qualquer apontamento que revele essa vontade.
Em resumo: o projecto da Biblioteca de Sandrine Portas necessitará de uma abordagem totalmente diferente daquela que a Aluna tem vindo a ter ao longo do Semestre; devendo, a nosso ver, procurar pensar o edifício como um todo, antes mesmo de explorar algumas vontades que possa vir a ter em relação à sua organização. A Aluna deverá também procurar consolidar a sua cultura arquitectónica, que lhe possibilitará rever alguns dos problemas com que se depara em outros edifícios e/ou projectos, permitindo-lhe fazer uma ponte entre o seu trabalho e toda a informação que lhe é disponibilizada pela própria disciplina de projecto.
Deverá ser alvo de atenção especial a abordagem metodológica, e estruturação de uma estratégia operativa, e também uma sensibilização para a matéria de trabalho da própria disciplina, seus objectivos e sua cultura.
A Aluna deverá ainda investir de modo mais profícuo no seu Blog como instrumento de comunicação e diálogo em torno da sua proposta.

O projecto de Pedro Banaco

Pedro Banaco foi um dos primeiros Alunos a ter uma ideia consistente para o desenvolvimento do seu projecto (hotel); tendo desde logo surgido como uma forma estruturada e consentânea com o programa funcional em causa.
A sua ideia inicial (o panóptico) terá sido uma constante no decurso do desenvolvimento do projecto, permitindo cumprir a sua função de regulador de uma estratégia. Tal facto, associado à natural capacidade que o Aluno tem em rapidamente elaborar uma solução, terá permitido estruturar e consubstanciar um projecto capaz de revelar de forma clara as suas próprias fragilidades, o que terá possibilitado aprofundar o estudo nas partes que pior resultavam; tendo-se dessa forma chegado a uma solução de certo modo equilibrada, cujas potencialidades permitirão explorá-la em fases seguintes do trabalho.
Não quer com isto dizer-se que a solução apresentada em Sessão de Avaliação do dia 5 Jan. seja ainda satisfatória. Muito pelo contrário: da mesma forma que Pedro Banaco atinge facilmente uma solução, o Aluno demonstra ainda dificuldades em a ler na sua totalidade; sendo particularmente difícil ao Aluno descortinar os problemas associados à sua proposta.
De algum modo a insegurança demonstrada por Banaco nas discussões em torno da sua proposta revelam esse facto, que se traduz na ausência de uma avaliação dos resultados do seu trabalho, que de certo modo o impossibilitam de actuar sobre as partes que pior resultam.
Da mesma forma Pedro Banaco revela ainda grandes lacunas na sua cultura arquitectónica, sendo que o recurso a lugares comuns subsiste em todas as suas opções; diminuido de algum modo o potencial de descoberta que a sua proposta á partida garantiria.
A capacidade do Aluno em organizar espaço e, com ele, fazer arquitectura começa a dar os seus frutos; devendo Banaco investir exactamente no estudo aprofundado das relações entre programa, estrutura e qualidades espaciais.
A sua entrega, que apresentou na Sessão de Avaliação de 5 de jan. 2009, é ampla, versando os vários temas requeridos pelo Exercício. Nota menos positiva para a maqueta (bastante imperfeita) e para a Memória Descritiva (que descrevia o processo do Aluno, e não tanto a propria proposta).
Em resumo: Pedro Banaco apresentou um projecto com características interessantes, em qie procura equilibrar volumetria e imagem com o programa funcional; desmostrando aptidões que lhe permitirão desenvolver e alterar a sua proposta de modo a obter um projecto arquitectónico de grande qualidade.
O Aluno deverá desenvolver modelos de pesquisa e de representação que melhor assegurem o cumprimento dos seus objectivos; devendo da mesma forma ser mais cuidadoso no modo como publica o seu projecto no Homem Concreto.

O projecto de Mónica Marinheiro

O projecto da Biblioteca de Mónica Marinheiro vem, desde o início do Exercício II, consolidando uma ideia forte, estruturada, complexa, com óbvias relações de intensificação com a paisagem e a topografia que a rodeia. Essa ideia, simples de descrever, mas rica em soluções espaciais e tipológicas tem vindo a consubstanciar um dos projectos mais interessantes apresentados no Atelier VII; revelando alguma maturidade por parte da Aluna. Curiosamente julga-se que as mais valias do projecto dependem mais da natural predisposição de M. Marinheiro em desenvolver um conceito base, do que propriamente da sua cultura disciplinar que é ainda insuficiente. No entanto tal facto não constitui necessariamente um problema para a Aluna; visto esta ter sido capaz de obter uma solução coerente, estruturalmente bem definida e, como já afirmado, capaz de valorizar o local de intervenção sem que para tal se mimetize na paisagem.
Os principais problemas de Mónica Marinheiro são outros; e começam exactamente pelo pouco acompanhamento que a Aluna vem dado ao Atelier VII e ao seu próprio projecto; facto esse que se revelou na sua totalidade através da sua ausência na Sessão de Avaliação Final (ausência essa, aliás, que tem vindo a ser notada noutras ocasiões semelhantes).
Não sendo possível fazer uma análise profunda do seu projecto (que não foi entregue), cabe-nos apenas referir que a Aluna terá, no futuro, apenas uma hipótese de sucesso académico: aplicar-se a fundo no seu trabalho, e no trabalho do Atelier.

O projecto de Joana Labela

Ao longo do período que decorreu o Exercício II Joana Labela demostrou alguma dificuldade em pôr em prática as suas ideias iniciais de projecto.
As várias abordagens da Aluna, em certo sentido válidas, e demonstrativas de alguma cultura arquitectónica, vieram a revelar-se de difícil desenvolvimento; optando Joana por alterar a ideia inicial sempre que se deparava com um problema (neste quase a simples disposição programática).
Os seus registos demonstraram desde logo problemas de escala e de organização de programa; bem como de uma imagem geral da solução que procurava.
A ausência da Aluna na sessão de Avaliação final impossibilita fazer uma análise mais profunda do seu projecto.
Sublinhe-se o interesse demosntrado pela Aluna em trabalhos de colegas seus, e a discussão que com eles foi mantida.

O projecto de Daniel Santos

Daniel Santos inicia o seu projecto com uma ideia pouco consolidada, baseada sobretudo numa imagem, cujo teor que se viria rapidamente a demonstrar pouco eficaz face aos vários problemas que o Exercício levantava. Ainda assim o Aluno terá procurado chegar a uma primeira solução desenhada, que se iria revelar inadequada, quer em relação à sua estrutura tipológica, quer mesmo em relação à ausência de suporte conceptual.
A segunda proposta de Daniel investe num sistema totalmente diverso; onde uma forma simples (um Y) procura albergar todo o programa da Biblioteca; sistematizando os seus diversos grupos funcionais em torno de um núcleo (entrada e átrio), distribuindo-os por três braços. Sendo um solução programática clara, o projecto sofre de uma má relação com o terreno e com a envolvente mais próxima; dado que a sua forma rígida e (aparentemente) estática não oferece a necessária capacidade de se adaptar a uma realidade geográfica e topográfica que, para o Aluno, (quase) nunca esteve presente.
Sendo a forma um elemento de grande importância na consubstanciação do projecto, tendo esta uma relação directa com o programa funcional dado; a sua origem nunca terá sido bem explicada por parte do aluno.
Em termos metodológicos Daniel aposta sobretudo nas facilidades do Sketch Up (o que tinha já ocorrido no Exercício I); mas desta vez sem se munir de maquetas de estudo, o que irá comprometer o potencial do Exercício. Julga-se, aliás, que Daniel apresenta ainda algumas dificuldades na aplicação de um método que comporte a necessidade de resolução de um problema mais vasto que de aquele que terá sido apontado no Exercício I (como é, agora, o caso da sua Biblioteca); dado que a sua abordagem é, ainda, muito direccionada para a procura de um objecto, mais do que a procura de uma solução estruturada e global, que encare as várias vertentes levantadas pelo Exercício, e que as sintetize num todo.
Notam-se ainda deficiências ao nível da capacidade de investigação e demonstração da solução (nomeadamente no que diz respeito ao uso do esquisso como elemento de procura); mas também a capacidade de domínio de uma forma e, sobretudo, da escala.
Note-se ainda que, embora Daniel Santos venha acompanhando de forma regular o seu Path to the Architecture; o seu método de projecto (para o Exercício II) não mereceu o acompanhamento no Blog do Aluno; limitando-se este a entradas com esquissos e/ou desenhos provenientes de discussões directas no Atelier.
A ausência do Aluno na Avaliação Final do Atelier VII não permitiu conhecer a fundo o projecto para a sua Biblioteca; inviabilizando assim a estruturação de uma análise crítica mais profunda ao seu trabalho.

Calendário de Exames

Informam-se todos os Alunos do Atelier V e Atelier VII que as respectivas datas de exames são no dia 20 de Janeiro (At. V) e no dia 27 de Janeiro (At. VII).
Os exames terão lugar no sítio do costume.

Avaliação Final Exercício 4

O peso relativo das notas do Exercício 4 para a média final ponderada é de 10%.
As Notas do Exercício 4 são as seguintes:

Ana Rita Diogo 13
Qualidade do Registo (30%) 12
Qualidade do Método e do Processo (30%) 12
Cumprimento dos Objectivos Científicos (30%) 12
Rigor Científico (10%) 10
Total 11,8
Majoração Atelier V 12,98
Daniel Santos 16
Qualidade do Registo (30%) 16
Qualidade do Método e do Processo (30%) 16
Cumprimento dos Objectivos Científicos (30%) 15
Rigor Científico (10%) 16
Total 15,7
Joana Labela12
Qualidade do Registo (30%) 13
Qualidade do Método e do Processo (30%) 11
Cumprimento dos Objectivos Científicos (30%) 11
Rigor Científico (10%) 14
Total 11,9
Mónica Marinheiro 12
Qualidade do Registo (30%) 13
Qualidade do Método e do Processo (30%) 12
Cumprimento dos Objectivos Científicos (30%) 12
Rigor Científico (10%) 10
Total 12,1
Pedro Banaco 6
Qualidade do Registo (30%) 7
Qualidade do Método e do Processo (30%) 7
Cumprimento dos Objectivos Científicos (30%) 7
Rigor Científico (10%) 7
Total 7
Penalização por Atraso de Entrega (-20%) 5,6
Majoração Atelier V 6,16
Sandrine Portas12
Qualidade do Registo (30%) 12
Qualidade do Método e do Processo (30%) 12
Cumprimento dos Objectivos Científicos (30%) 11
Rigor Científico (10%) 10
Total 11,5
Vera Silva 13
Qualidade do Registo (30%) 12
Qualidade do Método e do Processo (30%) 13
Cumprimento dos Objectivos Científicos (30%) 11
Rigor Científico (10%) 10
Total 11,8
Majoração Atelier V 12,98

A Viagem de Vera Silva

O primeiro aspecto que salta á vista do Lisbon Story de Vera Silva é a sua aparente incompletude; como que se o trabalho tivesse ficado pela metade.
Quer isto dizer que a primeira parte do texto, dedicada a aspectos biográficos de Zumthor (alguns deles menos presentes na nossa memória, e ainda assim com significado para compreender o autor), e ao cariz mais significativo da sua obra é, por Vera Silva, descrito de forma clara e compreensiva. Aqui a Aluna opta pelo claro recurso a fontes (sem no entanto identificar genericamente a sua origem), preterindo dessa forma uma análise mais pessoal sobre aquilo que a obra de Zumthor lhe poderá dizer. Ficamos por isso sem perceber o posicionamento da Aluno perante o problema; o que, em certo sentido, é (ou pode ser) uma estratégia válida num processo de análise científica.
A excepção a esse posicionamento revela-se exactamente nos momentos em que Vera se mais envolve com a matéria exposta: “consegui isolar-me de tudo (…), apenas centrar-me no espaço (…) estava ali criado um ambiente para observar outro muito digno” (p. 5); o que, em limite, reflecte uma entrega emotiva ao fenómeno que a Aluna presencia; sendo estas as partes em que o texto é mais bem conseguido.
Denota-se já alguma maturidade no modo da Aluna ler arquitectura; sendo este demonstrado pelo aparente á-vontade com que Vera Silva popula por d’entre as obras expostas, e as descreve, com ligeireza e, ainda assim, com acuidade; assentando-lhe o seu carácter excepcional nos aspectos que mais lhe interessam.
No entanto os objectivos do trabalho não são cumpridos na sua totalidade, dado a 2ª parte do texto (pretensamente dedicada á análise de outras obras, e comparação delas com o conteúdo da exposição de Zumthor) ser praticamente inexistente.
O descuido com que trata a (escassa) informação recolhida permite-nos depreender dificuldades na análise de edifícios e/ou obras cujo suporte de fontes seja mais difícil de descortinar; o que de certo modo vem confirmar que a eficácia demonstrada na primeira parte do texto se deve sobretudo ao tratamento de informação recolhida em fontes (não referidas).
Estamos ainda assim na presença de um trabalho genericamente positivo; sendo que os seus aspectos negativos de devem sobretudo á falta de empenho que a Aluna tem vindo a demonstrar ao longo do semestre.
O trabalho denota pouco cuidado ao nível da legendagem de imagens, da ausência à referencias a fontes. Não é apresentada Bibliografia, e a paginação é inexistente.

A Viagem de Sandrine Portas

O Livro de Viagem de Sandrine Portas apresenta alguns dos problemas e de dificuldades endémicos que a Aluna tem vindo a demonstrar ao longo do Semestre: cultura arquitectónica (ainda) frágil e pouco sustentada, dificuldade de leitura do conteúdo de obras e projectos arquitectónicos, e uma metodologia (usada também no Complexidades e Contradições, de que falaremos numa outra oportunidade) de certa forma estéril, e pouco produtiva.
Em relação ao método refira-se que Sandrine opta (sempre) por resumir o seu entendimento das obras que lê a um conjunto de citações; fazendo de uma suposta ficha de leitura (útil em qualquer investigação cientifica enquanto registo de informação a ser interpretada posteriormente) o trabalho final; sem se dar ao trabalho de analisar e esclarecer os seus leitores sobre a razão da selecção de textos; e sem ela própria agir criticamente sobre a informação recolhida.
Sendo que a primeira parte do Caderno de Viagem é construído apenas com base nesse “método” (citações), ficamos sem saber se Sandrine Portas entendeu de facto o conteúdo da Exposição de Zumthor; não havendo qualquer tipo de posicionamento crítico da Aluna face a ela, nem mesmo uma verdadeira análise dos projectos aó mostrados.
Da mesma forma Sandrine aborda a 2ª parte do trabalho; com um problema acrescido, que é o da falta de fontes de consulta, com excepção da descrição (mais uma vez uma citação) da igreja do Sagrado Coração.
O trabalho é pautado por uma ausência de análise e interpretação das obras e projectos visitados; resumindo-se a informação a uma descrição baseada em lugares comuns: “equipamento muito requintado tal como a decoração de todo o edifício” (p.7) ou “o Hotel Ritz de Lisboa espelha a nobreza e o charme do Portugal Histórico” (p.8), e não em discurso arquitectónico, como seria desejável; e mesmo na parte onde seria expectável a apresentação de conclusões próprias, Sandrine Portas resume-se a usar (mais uma vez) um rol de citações (bem escolhidas, mas ainda assim simples citações) pouco conclusivas em relação àquilo que seria expectável num trabalho desta natureza. Em termos gerais o trabalho é pouco consentâneo com a natureza científica pretendida, sendo os registos de fontes ainda assim, na sua generalidade, assegurados. Não há bibliografia nem paginação.Há erros crassos, como o uso do termo Muço-Árabe (a Aluna quereria dizer Moçárabe), usado aqui em completo desrespeito pelo significado arquitectónico e histórico do termo.

Leituras do Mês

Leituras do Mês

Eládio Dieste

A obra do Uruguaio Eladio Dieste (1917-2000) entre a década de 50 e o final do séc., numa edição de luxo da Electa. O livro fica a cargo de Mercedes Daguerre, e tem textos de Mario Chirino, de Graciela Silvestri e do próprio Dieste: senza la rivelazione del mistero del mondo che viene dall'arte non faremo mai della nostra vita qualcosa di realmente umano.

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Obradoiro

O regresso de uma das publicações mais significativas do final da década de 80 / principios de 90, em Espanha e Portugal. Publicado pelo Colexio Oficial de Arquitectos de Galicia, e sob a Direcção de Carlos Pita, o número 33 de Obradoiro dedica-se ao Pequeno. Destaque-se o texto e Óscas Tenreiro (o Legado de Firminy), e os projectos de Solano Benítez e de César Portela.

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